Sinopse

Nice é uma moça pobre com cara de anjo, mas de atitudes nada corretas e inconformada com o destino previsível: casar-se com o namorado suburbano, Júlio, e ter muitos filhos. Ela emprega-se como babá na mansão dos Medeiros, onde já trabalha seu pai, Augusto, e se apaixona por Rodrigo, irmão de sua patroa, Stela. A babá usa de todas as armas para conquistar o rapaz visando o dia em que se transformará na dona daquele casarão.

Nice aproveita as descobertas que faz na mansão para fomentar intrigas e tentar se aproximar de Rodrigo. Ele está prestes a se casar com Paula quando descobre – por meio de uma armação da babá – que a noiva o trai com seu próprio irmão, o playboy Ricardo. Desiludido com os dois e disposto a desafiar a família e a soberba da sociedade que o rodeia, Rodrigo começa a aparecer na noite paulistana em companhia de Nice.

Porém, o caminho ainda não está totalmente aberto para a babá. Rodrigo se encanta com a doce Lígia, apaixonada pelo rapaz, e Nice usa seu próprio irmão, Luís Carlos, para separar os dois. Enquanto luta para conquistar Rodrigo na mansão dos Medeiros, Nice vive um inferno em sua casa. Ela é a filha adotiva de Augusto e Alzira. O pai a trata com carinho, mas Alzira nutre um estranho ódio por ela e esconde um segredo do passado.

Outras tramas unem pobres e ricos. O preconceito racial afasta a simplória Cida da filha Tereza e dos netos. Tereza, hoje mulher da sociedade, é casada com o milionário Rui Novaes e o casal possui dois filhos: Paula e Bruno. Para a família, Tereza disse que sua mãe já morreu, temendo que descubram que ela é negra. Porém, Bruno começa a namorar Vívian, filha de criação de Cida, obrigando Tereza a desenterrar seu passado.

A decadência da tradicional família paulista quatrocentona também é enfocada, por meio das irmãs Clotilde e Elisinha Jordão Ferraz, que tentam esconder a ruína mantendo a pose e dando calotes. Elas se unem à costureira Goreti, que luta para educar a filha Simone. No passado, Goreti foi abandonada pelo homem que a engravidou. Ele é Tadeu, hoje marido de Stela Medeiros, que, corroído de remorso, tenta se aproximar da filha.

Globo – 18h
de 8 de setembro de 1997
a 28 de março de 1998
173 capítulos

novela de Maria Adelaide Amaral
baseada no original de Cassiano Gabus Mendes
escrita por Maria Adelaide Amaral e Bosco Brasil
supervisão de texto de Silvio de Abreu
colaboração de Vincent Villari e Djair Cardoso
direção de Denise Saraceni, Emílio Di Biase, José Luís Villamarin e Carlos Araújo
direção geral de Denise Saraceni
núcleo Carlos Manga

Novela anterior no horário
O Amor Está no Ar

Novela posterior
Era uma Vez…

GLÓRIA PIRES – Nice
KADU MOLITERNO – Rodrigo
ALESSANDRA NEGRINI – Paula
LEONARDO BRÍCIO – Ricardo
MARIA PADILHA – Stela
DANIEL DANTAS – Tadeu
REGINA DOURADO – Alzira
CLÁUDIO CORRÊA E CASTRO – Augusto
MAURO MENDONÇA – Rui Novaes
BEATRIZ SEGALL – Clô
JOSÉ LEWGOY – Eduardo Medeiros
JACKSON ANTUNES – Fred
LÍLIA CABRAL – Goreti
MÁRCIO GARCIA – Luís Carlos (Luca)
LAVÍNIA VLASAK – Lígia
LUCIANO SZAFIR – Júlio
BEL KUTNER – Helena
TAÍS ARAÚJO – Vívian
EMÍLIO ORCIOLLO – Bruno
RAUL GAZOLA – Ciro Furtado
MILA MOREIRA – Marilu
ARICLÊ PEREZ – Elisinha Jordão Ferraz
LUÍS SALÉM – Benny
SAMARA FELIPPO – Simone
GABRIEL BRAGA NUNES – Olavinho
SÉRGIO MAMBERTI – Otávio Ferraz
ANA BEATRIZ NOGUEIRA – Duda
SÉRGIO VIOTTI – Américo
LUIZA BRUNET – Tereza
LÉA GARCIA – Cida
ÁTILA IÓRIO – Josias
OTÁVIO MÜLLER – Caio
LICURGO SPÍNDOLA – Celso
NELSON XAVIER – Manoel
MARCELA RAFFEA – Socorro
THELMA RESTON – Tiana
IVONE HOFFMANN – Geralda
ADA CHASELIOV – Dora
JÚLIO BRAGA – Aragão
MÔNICA MATTOS – Fátima
NORIS BARTH – Marcy
CARLOS KROEBER – Conrado
KLARA HOMSANI – Mileide
MAURÍCIO GONÇALVES – Ivan
BRUNO PADILHA – Guilherme
os bebês gêmeos BRUNO e THIAGO SÁ DE LAROQUE GUIMARÃES como Téo
e
ADRIANA LESSA – vendedora de loja de grife esnobada por Tereza por ser negra
ALEXANDRA RICHTER – presa que tenta matar Nice na cadeia
ALICE BORGES – Marivalda
BIA MONTEZ – presa
CARLOS GREGÓRIO – Dr. Cabral (advogado de Nice)
CAROLINA KASTING – Ucha Vidigal
CASSIANO RICARDO – Gastão
CIDA MOREIRA – colega de Nice na fábrica
CLÁUDIO MAMBERTI – político amigo de Rui
CLEMENTE VISCAÍNO – juiz
CRISTINA PROCHASKA – perua emergente
FRANCISCO MILANI – político amigo de Rui
ILANA CRUZ – noiva
IVENS GODINHO – supervisor da fábrica onde Nice trabalhava
JAQUELINE FERNANDES – candidata a babá de Téo
JOSÉ MAURÍCIO MACHLINE – Oscar Decrissê
LETÍCIA HEES – babá despedida
MARCOS OLIVEIRA – Agenor (contador de Rui)
MIWA YANAGISAWA – colega de Nice na fábrica
NICA BONFIM – Sueli (vizinha de Goreti)
PAULO REIS – advogado
RAFAEL MOLINA – Amore
RICARDO PAVÃO – testemunha de defesa de Nice na morte de Josias
SERAFIM GONZALEZ – Dr. Mountario
SUSANA VIEIRA – nova babá de Téo, no último capítulo
TADEU DI PIETRO

– núcleo da babá NICE (Glória Pires):
a mãe ALZIRA (Regina Dourado) mulher misteriosa que esconde a origem da filha
o pai AUGUSTO (Cláudio Corrêa e Castro), motorista da rica família Medeiros
o irmão LUÍS CARLOS (Márcio Garcia), trabalha numa oficina mecânica
o mecânico JÚLIO (Luciano Szafir), eterno apaixonado por Nice, que o vê apenas como amigo
o pai verdadeiro JOSIAS (Átila Iório), um bandido, que aparece no final da novela
o advogado CAIO (Otávio Müller), que tenta inocentar Nice da acusação de ter matado Josias.

– núcleo do RODRIGO MEDEIROS (Kadu Moliterno), irmão da patroa de Nice, por quem a babá se apaixona:
a irmã STELA (Maria Padilha), patroa de Nice, mulher ciumenta casada com TADEU (Daniel Dantas)
o casal são os pais de TÉO (Bruno e Thiago Sá de Laroque Guimarães), o bebê que Nice cuida
o irmão RICARDO (Leonardo Brício), um playboy
o pai EDUARDO MEDEIROS (José Lewgoy) morre no início
a meia-irmã DUDA (Ana Beatriz Nogueira) fruto de uma relação fora do casamento de seu pai
a copeira SOCORRO (Marcela Raffea), uma fofoqueira
a cozinheira TIANA (Thelma Reston), tinha um caso com Josias e é sua assassina.

– núcleo de PAULA (Alessandra Negrini), no início noiva de Rodrigo mas mantinha um caso com Ricardo. Desmascarada por Nice, luta para reconquistar Rodrigo e separá-lo da babá:
os pais RUI NOVAES (Mauro Mendonça), um político mau-caráter, e TEREZA (Luiza Brunet), que esconde sua origem humilde
o irmão BRUNO (Emílio Orciollo)
as secretárias de Rui, DORA (Ada Chaseliov) e MARCY (Noris Barth)
a massagista no escritório de Rui, FÁTIMA (Mônica Mattos)
o chefe de cozinha no escritório de Rui, ARAGÃO (Júlio Braga).

– núcleo de LÍGIA (Lavínia Vlasak), apaixonada por Rodrigo, envolve-se com Luís Carlos:
os pais CIRO FURTADO (Raul Gazolla), executivo na empresa dos Medeiros, chega a ter um pequeno caso com Duda,
e MARILU, (Mila Moreira), mulher fútil, amiga de Stela e Tereza
o avô AMÉRICO (Sérgio Viotti).

– núcleo de CLÔ JORDÃO (Beatriz Segall), uma rica falida, antiga paixão de Eduardo Medeiros, amiga de Américo:
a irmã caloteira ELISINHA JORDÃO FERRAZ (Ariclê Perez), alia-se à Ruy para aplicar golpes
o irmão FRED (Jackson Antunes), teve um caso com Tereza no passado
os sobrinhos filhos de Elisinha, HELENA (Bel Kutner), faz faculdade de arquitetura e passa a namorar Júlio,
e OLAVINHO (Gabriel Braga Nunes), alia-se a Ruy que o lança na carreira política
o cunhado OTÁVIO FERRAZ (Sérgio Mamberti), ex-marido de Elisinha que aparece na metade da novela – inimigo de Ruy
a empregada GERALDA (Ivone Hofmann).

– núcleo de GORETI (Lília Cabral) costureira que se casa com Américo, mas é apaixonada por Fred:
a filha SIMONE (Samara Felippo), que tivera com Tadeu, que tenta se aproximar dela. Passa a namorar Olavinho
o irmão BENNY (Luís Salém) maquiador, ajuda bastante a irmã.

– núcleo de VÍVIAN (Taís Araújo), jovem negra que desperta a paixão de Bruno e Ricardo:
a mãe de criação CIDA (Léa Garcia), que também é mãe de Tereza, que a esconde da família pois não quer que ninguém descubra que é negra.

Anjo Mau marcou a estreia do diretor Carlos Manga em novelas (depois de 50 anos de carreira). Também da autora Maria Adelaide Amaral como novelista solo – ela havia sido colaboradora de Cassiano Gabus Mendes e Silvio de Abreu em produções anteriores. E o primeiro trabalho de Vincent Villari na TV, como um dos colaboradores de Maria Adelaide.

Ao livro “Autores, Histórias da Teledramaturgia” (do Projeto Memória Globo), Maria Adelaide Amaral comentou que o convite para fazer Anjo Mau surgiu de forma inusitada. Por causa de sucessivas tentativas frustradas de emplacar uma sinopse na Globo, a autora mandou rezar uma missa à memória de Cassiano Gabus Mendes, como se estivesse pedindo um sinal:
“Naquele mesmo dia, o Boni me ligou e me chamou para conversar: ‘Queremos fazer um remake de Anjo Mau, de Cassiano Gabus Mendes. Não pensamos em convidar você porque achávamos que você não ia topar fazer remake’. Eu respondi: ‘O que? Do Cassiano? Lógico que quero!’ E pensei: ‘É o Cassiano quem está me dando esse presente’.”

Da novela original, produzida em 1976, a autora tomou apenas a trama central. Novos personagens em novas histórias foram criados para adequar a trama ao ritmo e à linguagem das telenovelas do final da década de 1990.
“Quando começamos a ler os capítulos originais, percebemos que era uma novela datada. Tinha sido exibida numa época em que o controle remoto não existia. Havia cenas intermináveis sobre o preço do chuchu e da abobrinha na feira, e páginas e páginas nas quais os personagens só jogavam baralho (…) Em 1997, a realidade era outra. Então o remake precisava ser mais ágil”, disse Maria Adelaide ao livro “Autores”.

Os nomes de alguns personagens foram trocados.
O bebê da novela original chamava-se Edinho, e seu avô, Edmundo Medeiros. Nessa nova versão, o bebê passou a chamar-se Téo, e o patriarca dos Medeiros, Eduardo.
Na versão original, o marido e a filha de Marilu eram Téo e Léa. Na nova novela, os nomes foram alterados para Ciro e Lígia.
O marido de Stela em 1976 chamou-se Getúlio e, na nova versão, Tadeu.

Tal qual na novela original, o casal Stela e Tadeu foi um sucesso (interpretados aqui por Maria Padilha e Daniel Dantas).

Susana Vieira, a Nice da primeira versão, apesar de estar no ar na novela das oito contemporânea, Por Amor, fez uma participação especial afetiva no último capítulo de Anjo Mau, como a nova babá contratada pelos Medeiros.

O ator Átila Iório retornava neste remake vivendo o mesmo personagem que interpretou em 1976: Josias, o verdadeiro pai de Nice (na primeira versão o personagem chamava-se Onias).

Maria Adelaide Amaral deu um final feliz para Nice no remake: ela finalmente viveu feliz com Rodrigo (Kadu Moliterno). Na versão original Nice teve um fim trágico: morreu no parto de seu filho.

Grande destaque para Glória Pires, como a protagonista, e Alessandra Negrini, como a vilã Paula, em um de seus melhores momentos na televisão.

Por sua atuação na novela, Mauro Mendonça foi eleito pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) o melhor ator coadjuvante na televisão em 1997.

Entre os temas abordados, estava o preconceito racial e a valorização da etnia negra. Na trama, Vívian (Taís Araújo) era uma ex-menina de rua que combatia o racismo e defendia os direitos dos negros, atuando como porta-voz de questões como a participação no mercado de trabalho e o acesso às universidades. (*)

Anjo Mau também abordou a violência sexual, por meio da tentativa de estupro de Vívian por Ricardo (Leonardo Brício). Após a agressão, ela se dirigiu ao Instituto Médico Legal e submeteu-se a exame de corpo de delito. A novela informou todos os passos que a mulher deve tomar em um caso como esse. (*)

A reinserção social de um menor abandonado foi outra questão importante inserida na novela. Atendendo a um pedido de Ricardo, que passou a dedicar-se às causas sociais, Alzira (Regina Dourado) adotou um menino de rua, dando-lhe a oportunidade de conviver em família. Em seguida, criou um orfanato em sua própria casa. (*)

Anjo Mau teve um “quem matou?”, que culminou com a prisão de Nice, suspeita de assassinato. Ela havia recebido um chamado de Josias (Átila Iório), seu pai biológico, com quem havia se desentendido, para encontrar-se com ele num local distante e dar-lhe vultosa quantia em dinheiro. Entrando no local, uma construção inacabada, encontrou Josias morrendo. Ele, que acabara de ser esfaqueado, mal conseguia falar. Disse apenas “a faca” e morreu em seguida. Nice pegou a faca, deixando lá suas impressões digitais, quando a polícia chegou e a prendeu em flagrante. Tiana (Thelma Reston), cozinheira da família Medeiros, era a assassina de Josias, com quem estava de namoro. Ela demorou, mas confessou o crime: teve que matá-lo porque estava com medo de ser a próxima vítima dele, um criminoso. Depois de ter agido em legítima defesa, Tiana limpou a faca, com medo de ser presa. Por uma fresta, escondida, viu Nice, mas esperou até que todos fossem embora para sair, temendo ser desmascarada.
Na versão original da novela, Onias (o Josias de 1997) foi morto por Alzira (Vanda Lacerda), mãe de Nice, cansada de suas chantagens e com medo de que ele fizesse algum mal a ela ou a alguém de sua família.

A autora fez dentro de Anjo Mau citações a outras novelas:
O personagem de Mauro Mendonça revelou ser primo de Filomena Ferreto, de A Próxima Vítima, ao anunciar seu nome completo: Rui Ferreto Novaes;
História de Amor foi lembrada num comentário de Goreti sobre suas brigas com a filha Simone, comparando com as brigas entre Helena e Joice naquela novela;
Meu Bem Meu Mal foi citada várias vezes, no derrame de Américo;
Cambalacho, quando Clô e Elisinha dão o calote em Goreti;
Vale Tudo, no primeiro encontro de Clô e Nice, quando Clô pergunta se não conhece Nice de algum lugar, fazendo alusão à Odete Roitman e Maria de Fátima. A fala foi um “caco” de Beatriz Segall.

Estafada, Glória Pires saiu da novela por uma semana e voltou capítulos depois. Na trama, Nice foi passar uns dias em Paris.

O ator Humberto Martins já havia gravado algumas cenas de sua participação em Anjo Mau, como Fred. Mas ele acabou escalado para a próxima novela das sete horas, Corpo Dourado, e as cenas tiveram que ser refeitas com o ator substituto, Jackson Antunes.

Numa ação de merchandising inserida na abertura da novela, a moça que se vestia de noiva usava produtos Avon (indústria de cosméticos).
A moça em questão era a atriz Graziela Di Laurentis, que já fora dublê de Glória Pires nas cenas em que as gêmeas Ruth e Raquel contracenavam em Mulheres de Areia, em 1993.

O tema de abertura, a música “Cruzando Raios”, gravada por Orlando Moraes (marido de Glória Pires), já havia estado na trilha da novela Mico Preto, de 1990, também estrelada por Glória.

Em sua primeira versão, Anjo Mau foi ambientada na cidade do Rio de Janeiro. No remake, a ação foi transferida para São Paulo.
A novela foi gravada no Projac (Central Globo de Produção), no Rio, e em diversas locações da capital paulista, como o clube Hebraica e a Fundação Oscar Americano. O hall e o bar da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), em São Paulo, serviram de cenário para o núcleo jovem de estudantes ligados à moda e à arte. Muitos dos encontros de Ricardo (Leonardo Brício) e Paula (Alessandra Negrini) foram gravados no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e no Parque do Ibirapuera. (*)

Primeira novela de Samara Felippo, Luciano Szafir e Bruno Padilha. Estreia na Globo de Taís Araújo e Gabriel Braga Nunes.

Anjo Mau anunciou a novela substituta no horário, Era Uma Vez…, de forma inusitada: o próprio elenco apresentou aos telespectadores os personagens da nova atração.

Reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo em duas ocasiões: de 04/08/2003 a 09/01/2004, e de 28/03 a 23/09/2016.
Reprisada também no Viva (canal de TV por assinatura pertencente à Rede Globo), entre 08/07/2013 e 07/03/2014, às 15h30.

A autora fez uma homenagem ao final do último capítulo:
“A Susana Vieira, a nossa primeira Nice.
A Cassiano Gabus Mendes, autor de Anjo Mau e mestre de todos nós.
Em nome de toda a equipe e elenco, o nosso respeito.”

(Maria Adelaide Amaral)

(*) Site Memória Globo.

Trilha Sonora Nacional

anjomau97t1
01. SER IGUAL É LEGAL – Vânia Abreu (tema de Vívian)
02. CRUZANDO RAIOS – Orlando Moraes (tema de abertura)
03. SONHOS NÃO SÃO IMPOSSÍVEIS – Adriana (tema de Paula)
04. HIPER CONECTIVIDADE – Lulu Santos (tema de Luís Carlos)
05. AI MOURARIA – Roberto Leal (tema de Américo)
06. MEU MUNDO E NADA MAIS – Guilherme Arantes (tema de Rodrigo)
07. MENINA MOÇA – Miltinho e Luiz Melodia (tema de Simone)
08. UM AMOR, UM LUGAR – Fernanda Abreu e Herbert Vianna (tema de Helena)
09. O SONHO ACABOU – Roupa Nova (tema de Fred e Goreti)
10. ESTRELA DO MEU CÉU – Cláudio Goldman (tema de Júlio)
11. UN JOUR TU VERRAS – Maysa (tema de Clô)
12. A HISTÓRIA DE LILI BROWN – Leila Pinheiro (tema de Ricardo)
13. EU SEI QUE VOU TE AMAR – Anna Lengruber (tema de Nice)
14. MOON RIVER – Roger Henri (tema de Lígia)

Trilha Sonora Internacional

anjo97t2
01. CANTARE E’D’AMORE – Amedeo Minghi (tema de Fred e Goreti)
02. SO BEAUTIFUL – Chris de Bourgh (tema de Nice)
03. SANTERIA – Sublime (tema de Bruno)
04. BESAME MUCHO – Luis Miguel (tema de Stela e Tadeu)
05. TRULY MADLY DEEPLY – Savage Garden (tema de Luís Carlos)
06. VIRTUAL INSANITY – Jamiroquai (tema de Duda)
07. LET’S STAY TOGETHER – Big Montain (tema de Vívian)
08. SOLO EN TI – Enrique Iglesias (tema de Lígia)
09. WHO WILL SAVE YOUR SOUL – Jewel (tema de Paula)
10. MOUTH – Joan Evans
11. HOW COME, HOW LONG – Babyface & Stevie Wonder (tema de Rodrigo)
12. LOVE 4 TWO – Lulu Joppert (tema de Simone)
13. I’D LOVE YOU TO WANT ME – Lord Magoo (tema de Júlio e Helena)
14. WHAT DO YOU WANT FROM ME – Monaco (tema de Ricardo)

Sonoplastia: Jenny Tausz, Francisco Sales e Raphael Salles
Produção Musical: Roger Henri
Direção Musical: Mariozinho Rocha
Seleção Musical da Trilha Internacional: Sérgio Motta e André Werneck

Tema de Abertura: CRUZANDO RAIOS – Orlando Moraes

Estrelas vão fugindo
Entre os faróis e o mar
Neste azul, que azul!
Nosso amor sumindo
Entre partir, ficar
Entre o norte e o sul

Cruzando sobre os raios
Antenas de TV
Por que você me olha
Se você não me vê!
Sobre os oceanos
Em doces guerras frias
Não deixe anoitecer
Não deixe escurecer
O nosso dia…

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