Sinopse

O taxista e aspirante a cantor Antônio Alves sai de Florianópolis rumo a São Paulo, para tentar a vida. Porém,antes de estruturar-se financeiramente, se vê obrigado a sustentar a família, que vem ao seu encontro.

Diante das dificuldades de sobreviver na nova cidade, Antonio Alves leva como herança um caso amoroso mal resolvido, conflitando-se com outras conquistas realizadas com a chegada na capital paulista. Dentre elas, se destaca a paixão por Mônica, filha de um grande milionário, uma garota de 18 anos que faz de tudo para ajudá-lo na carreira de cantor.

SBT – 20h
de 6 de maio a 10 de agosto de 1996
82 capítulos

novela de Ronaldo Ciambroni
baseada no original de Alberto Migré
direção de Jorge Monteiro
produzida pela Ronda Studios, de Buenos Aires

Novela anterior no horário
Sangue do Meu Sangue

FÁBIO JR. – Antônio Alves
GUILHERMINA GUINLE – Mônica
BRANCA DE CAMARGO – Claudine
PAULO FIGUEIREDO – Humberto Dantas Silveira
ELAINE CRISTINA – Amélia
EDNEY GIOVENAZZI – Ariovaldo
DANIELA CAMARGO – Matilde
ANTÔNIO ABUJAMRA – Décio
ELIETE CIGARINI – Tereza
SERAFIM GONZALEZ – Devanildo
RÚBENS CARIBÉ – Marcelo
CLÁUDIA SANTOS – Natália
PAULO CELESTINO FILHO – Mauro
VANESSA ALVES – Isabelle
CARLOS MENA
ROSALY PAPADOPOL – Marina
RUDY CARRIE
MARCELA ALTBERG – Laura
EDSON MONTENEGRO
ANDRÉA RICHA – Luciana
MURILO ROSA – Henrique
DÉBORA OLIVIERI – Carla
RODRIGO FARO – Eliseu
GABRIELA FOGANHOLI – Zezé
ANDRÉ CHIARELLI – Eric
VINÍCIUS VENTURA – Júnior
ADRIANE GALISTEU

Antônio Alves, Taxista, produzida pela argentina Ronda Studios e gravada em Buenos Aires, estreou – às 20h – juntamente com outras duas novelas no SBT: Colégio Brasil (às 18h30) e Razão de Viver (às 21h). De todas, foi a que teve a pior repercussão, tendo inclusive seu fim precipitado.

A novela já causou polêmica antes de estrear: Sônia Braga (escalada para viver a personagem Odile) desentendeu-se com a produção argentina, acusando-a de falta de profissionalismo e de problemas no texto. O papel que seria dela mudou de nome (passou a ser Claudine) e acabou sendo interpretado por Branca de Camargo.

A baixa qualidade do texto e da produção (inclusive erros de continuidade) ajudaram a piorar a audiência.

A parceria com a Ronda Studios deixou claro para o SBT que gravar uma novela em Buenos Aires, ainda que custasse menos que produzir no Brasil, não gerava identificação necessária com o telespectador. Apesar dos truques para disfarçar um táxi circulando por ruas da Argentina, tudo era muito perceptível no vídeo. Flávio Ricco e José Armando Vannucci em “Biografia da Televisão Brasileira”.

Quando estreou, a novela era exibida em dois horários no mesmo dia: às 20h e por volta das 21h45, após o capítulo da novela das oito da Globo. Porém, o fiasco foi tamanho que, pouco tempo depois, a emissora desistiu da segunda apresentação.

Mesmo assim, a partir de novembro do mesmo ano, a novela foi reprisada no horário das 12h30, como tapa-buraco. Por baixa audiência, esteve no ar apenas por 10 capítulos, entre 18 e 29/11/1996.

A Folha de São Paulo publicou em dezembro de 1996:
“A novela mais parecia um dramalhão mexicano produzido por Ed Wood ou Zé do Caixão, com cenários escuros e diálogos constrangedores.”

Na época de Antônio Alves, Taxista, Fábio Jr. estava casado com Guilhermina Guinle, seu par na trama.

Trilha Sonora
antonioalvest
01. DEFESA – Fábio Jr.
02. ARMADILHAS – Joanna
03. TÃO SÓ – Só Prá Contrariar
04. LINDEZA – Gal Costa
05. FICA COMIGO – Afonso Nigro
06. CHÃO DE GIZ – Orquestra Virtual
07. SE QUISER – Fábio Jr.
08. O AMOR RIU DE MIM – Fagner
09. VOLTA AO MUNDO – Orquestra Virtual
10. JOANA FRANCESA – Chico Buarque
11. IMENSO AMOR – Ezequias
12. SUCEDEU ASSIM – Tom Jobim
13. NAVEGAR – Fábio Jr.

Veja também

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Razão de Viver (1996)