Sinopse

Espanha, 1850. O impetuoso Federico Aldama se casa com a romântica Maria Teresa para vingar-se da família que destruiu seu pai. Aos poucos seu plano de vingança dá lugar a uma paixão arrebatadora por sua mulher. Entre eles, surge a perversa Úrsula, disposta a destruir esse amor.

Globo – 21h30
de 15 de março a 15 de julho de 1966
85 capítulos

novela de Glória Magadan
baseada no romance O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas
direção de Henrique Martins

Novela anterior no horário
Um Rosto de Mulher

Novela posterior
O Sheik de Agadir

CARLOS ALBERTO – Federico Aldama
YONÁ MAGALHÃES – Maria Teresa
LEILA DINIZ – Úrsula
ZIEMBINSKI – Dom Rodrigo
ESMERALDA BARROS – Zulima
CLÁUDIO MARZO – Ricardo
LUÍS ORIONI – Alvarez
HENRIQUE MARTINS
CLÉA SIMÕES – Guadalupe
JOSÉ DE ARIMATHÉA – Mauro
MÍRIAN PIRES – Matilde
PAULO ARAÚJO – Garcia
YARA LINS – Dama de Azul
EMILIANO QUEIROZ
RENATO CONSORTE – João
IRENE RAVACHE
MILTON CARNEIRO
JANDIRA MARTINI – Bia Lopez
SEBASTIÃO VASCONCELOS
MAURO MENDONÇA
PAULO GONÇALVES
e
NATHALIA TIMBERG

A novela marcou o início da gestão de Wálter Clark como diretor executivo da TV Globo.

Também primeiro trabalho de Régis Cardoso na emissora, como auxiliar de direção de Henrique Martins.

Ainda o lançamento da carreira de Carlos Alberto e Yoná Magalhães – os dois formaram o primeiro par romântico da emissora. Ao mesmo tempo, as ligações amorosas da ficção se reproduziriam na realidade, com o casamento dos atores.

O sucesso foi mais carioca que paulista.

Um dos destaques da novela foi o cenário de um navio construído no terraço da sede da TV Globo, no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Para dar veracidade às cenas de tempestade, os contrarregras sacudiam o navio e jogavam baldes de água sobre os atores.

Com o objetivo de atrair o telespectador, a TV Globo teve a ideia de criar uma promoção através da novela: fazer com que o navio utilizado na trama, cenograficamente transformado, passeasse pela Baía de Guanabara e fosse aberto à visitação pública. A equipe da emissora conseguiu o casco de um navio abandonado e, com a ajuda da Marinha, fez os reparos necessários, assim como toda parte de cenografia interna. Por falta de recursos, no entanto, a vela do navio não pode ser comprada, e a direção suspendeu o projeto, abandonando a ideia da promoção.
Fonte: site Memória Globo.

Ao escrever a novela, Glória Magadan disse ter se inspirado no romance O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.
Na verdade, essa história é da mexicana Olga Ruylopez, já apresentada numa rádio do México. Em 1990, a radionovela de Ruylopez foi adaptada pela televisão mexicana, tendo sido inclusive apresentada no Brasil, pelo SBT, em 1992.

A novela contou com a participação de Nathalia Timberg por alguns capítulos.

Eu Compro Esta Mulher era uma produção da Colgate-Palmolive. Como contratado da patrocinadora, Benedito Ruy Barbosa supervisionou o texto de Glória Magadan enquanto assinava Somos Todos Irmãos, novela exibida pela Tupi também produzida pela Colgate-Palmolive.
É que até a década de 1960, as novelas (texto, elenco, autores e diretores) eram de responsabilidade dos patrocinadores, e não das emissoras, que apenas entravam com estúdios e parte técnica e as exibiam com exclusividade.

Compacto de Roberto Audi com as músicas EU COMPRO ESSA MULHER e TEUS OLHOS NEGROS, sendo a primeira tema da novela.

eucomproestamulhert

EU COMPRO ESSA MULHER – Roberto Audi

Eu quero você em meus braços
Eu quero você como for
Eu quero você por que tudo
É nada sem ter seu amor

Eu quero Maria Tereza
Meu ódio esquecer se puder
O preço que for quero pagar
Para comprar você mulher…

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