Mário Prata nasceu em Uberaba, Minas Gerais, em 11 de fevereiro de 1946, mas foi criado na cidade paulista de Lins. Iniciou sua carreira de escritor enquanto cursava Economia na USP. Foi lá, em 1969, que lançou seu primeiro livro, O Homem que Morreu de Rir. “São 14 contos novos por 5 contos antigos”, anunciou antecipando o bom humor expresso em seus contos.

Em 1970, estreou no teatro com a ótima O Cordão Umbilical. Outros textos encenados: E se a Gente Ganhar a Guerra?, Purgatório, Fábrica de Chocolate, Besame Mucho (levada ao cinema e que rendeu a Prata o prêmio de melhor roteiro no Festival de Gramado, em 1987), Papai & Mamãe, Conversando Sobre Sexo.

Com textos irreverentes, cômicos e inteligentes, Prata virou um autor versátil: escreveu novelas, roteiros para o cinema, livros adultos e infantojuvenis, além de peças teatrais e crônicas em jornais e revistas (O Pasquim, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Istoé, Época, Última Hora).

Na telenovela, Mário Prata chegou com a inspirada Estúpido Cupido, em 1976 – um sucesso da faixa das sete da Globo. Tentou repetir esse êxito com suas novelas seguintes, mas com menos repercussão.

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