Sinopse

Taís (Renata Gaspar) é administradora e trabalha numa incubadora de startups, onde busca investimentos para ideias tecnológicas criativas. Viciada em trabalho, descobre que está grávida durante uma reunião com potenciais clientes, ao mesmo tempo em que o marido Pedro (George Sauma) pede demissão da produtora onde cria jingles para uma marca de ração para gatos. Ele está insatisfeito com a vida que leva aos 30 e poucos anos. Planeja resgatar um sonho da juventude: remontar a banda que tinha com seu melhor amigo, Driguêra (Alejandro Claveaux).

A descoberta da gravidez é só o começo de uma jornada diferente de tudo que o casal já viveu. Um divisor de águas onde não há regras nem manuais para ajudar nos momentos mais complicados. Quando Lia nasce, Taís precisa deixar de lado todas as certezas de uma vida pé no chão para dar espaço à intuição. Pedro, por sua vez, é músico, sensível e avoado. Mas quando a ficha da paternidade cai, ele se encanta, decidindo que será o melhor pai do mundo: quer ler todos os livros, saber todas as técnicas e estar 100% preparado para quando a filha nascer. Mera ilusão.

Não à toa, quando Lia nasce, bate um desespero em Taís, um medo de não conseguir criar vínculo com a própria filha. O motivo é a relação que tem com sua mãe, Silvia (Heloisa Perissé), que nunca foi tradicional. Silvia foi mãe cedo, se dedicava mais à vida social do que à maternidade. Seu ex-marido, Luís Fernando (Nelson Freitas), desde que se se separou, passou a ter uma namorada por semana, sempre bem mais jovens. A da vez é Marina (Juliane Araújo), que causa um mal-estar geral na família ao acompanhá-lo na maternidade.

Melhor que ser pai e mãe de primeira é ser avô e avó de primeira. Que o digam Rosa (Marisa Orth) e Augusto (Daniel Dantas), pais de Pedro. Eles, aliás, souberam da novidade antes mesmo do filho. O problema é que junto à euforia vem uma obsessão de avós que querem participar de todos os detalhes da chegada desta criança.

Globo – domingos, 13h30
de 25 de novembro a 30 de dezembro de 2018
6 episódios

série de Antônio Prata
criada e escrita por Antônio Prata, Chico Mattoso, Thiago Dottori, Bruna Paixão e Tati Bernardi
redação final de Antônio Prata
direção de Daniela Braga e Luciano Vidigal
direção geral de Luiz Henrique Rios
direção artística de Luiz Henrique Rios e Flávia Lacerda

RENATA GASPAR – Taís Siqueira
GEORGE SAUMA – Pedro Zanini
MARISA ORTH – Rosa
DANIEL DANTAS – Augusto
HELOÍSA PERISSÉ – Silvia
NELSON FREITAS – Luís Fernando
JULIANE ARAÚJO – Marina
MONIQUE ALFRADIQUE – Patrícia
RODRIGO FERRARINI – Fred
ALEJANDRO CLAVEAUX – Driguêra
Série de humor exibida aos domingos, às 13h30, no final de 2018.

“Com humor, fazemos uma reflexão sobre as dificuldades que surgem quando um bebê chega a uma família. Ninguém aprende a criar um filho antes de ser pai e mãe. Não adianta ler, não adianta ver, é a relação com o bebê que gera os pais”, explicou o diretor geral Luiz Henrique Rios.

Questionado sobre fontes de inspiração para série, o autor Antônio Prata respondeu:
“A pesquisa foi basicamente olhar para nós mesmos. (…) Em Pais de Primeira, estamos na reunião, e a gente pergunta: ‘Bruna [Paixão], como foi para você a questão do suporte depois que você teve filho?’. Entre todos nós, fazemos isso. Claro que a gente lê sobre o assunto. A bibliografia são os livros que tenho. Em casa, tenho 30 a 40 livros que falam sobre a chegada de um bebê. Uma vasta biografia que usei e ainda uso com meus filhos. Também lemos blogs, principalmente quando tem um assunto específico, queremos saber o que as pessoas falam sobre isso.”

O ator George Sauma ressaltou a emoção de dar vida a todas essas situações de um pai de primeira viagem, sem ainda ter passado por essa experiência.
“Foi muito interessante o fato de não termos filho na vida real. Porque se tivéssemos, já chegaríamos com experiência e bagagem, com hábitos. E nós nos deixamos levar, estávamos realmente vivendo aquilo pela primeira vez”, explicou.

Tema de Abertura: SE NÃO TIVER AMOR

Se não tiver amor não tem graça
Se não tiver amor não dá certo
Se não tiver amor nem cachaça
Se não tiver amor nem aperto

Mas se tiver amor eu me lanço
Quando se tem amor é tão lindo
Amor é nossa última chance
Amor, ai meu amor, bem-vinda!

Se não tiver amor eu me esqueço
Se não tiver amor já me esqueça
Se não tiver amor enlouqueço
Se não tiver amor, paciência

Mas se tiver amor o sol chega
Quando se tem amor de verdade
Amor é nossa última entrega
Amor, ai meu amor, saudade…

Veja também

  • ilhadeferro

Ilha de Ferro

  • brasilabordo

Brasil a Bordo

  • carcereiros

Carcereiros

  • cidade_proibida

Cidade Proibida