Bastidores

Série com Regina Duarte, que interpretava uma personagem diferente a cada episódio.

Foram exibidos 9 episódios, um por mês, sempre às terças-feiras, na faixa Terça Nobre.

O ponto de partida foi um especial de fim de ano, Era uma vez… Leila, exibido em 16/12/1992, com texto de Doc Comparato e Ricardo Linhares, e direção de Del Rangel.

Os roteiros eram escritos por vários autores que se revezavam nos episódios.

O programa era totalmente produzido e gravado em São Paulo, marcando a volta à atividade do núcleo paulista de dramaturgia da Globo.

O início de cada episódio apresentava Regina Duarte em frente a um espelho, preparando-se para assumir a personagem e explicando brevemente a vida da mulher em questão.

O último episódio, Era uma vez… Zil, apresentado no Natal de 1993, foi o primeiro programa da teledramaturgia filmado em 16mm, com tratamento totalmente cinematográfico.

Regina Duarte havia protagonizado os seriados Malu Mulher (Globo, 1979 e 1980) e Joana (Manchete e SBT, 1984 e 1985).

Retrato de Mulher foi reapresentada pelo Viva (canal de TV por assinatura pertencente à Rede Globo) entre 17 e 27/03/2014.

Globo – 21h30
de 20 de abril a 25 de dezembro de 1993
9 episódios

roteiros de Doc Comparato, Ricardo Linhares, Leilah Assumpção, Alcides Nogueira, Marta Góes, Maria Adelaide Amaral, Noemi Marinho e Walcyr Carrasco
direção geral de Del Rangel

alguns episódios

era uma vez … Luciana (20/04/1993), texto de Leilah Assumpção

era uma vez … Zezé
REGINA DUARTE – Zezé
JOANA FOMM – Dona Paulina

era uma vez … Madalena

era uma vez … Dulcinéia, texto de Analy Alvares, supervisão de Walcyr Carrasco, direção de Del Rangel
REGINA DUARTE – Dulcinéia
MARIA DELLA COSTA – Deusa da Silva
PATRÍCIO BISSO – Dadá

era uma vez … Tereza (12/11/1993), argumento de Alcides Nogueira, direção de Denise Saraceni
REGINA DUARTE – Tereza
ALESSANDRA NEGRINI – Bruna
RODRIGO SANTHIAGO – Melo
PAULO CÉSAR GRANDE – Mauro
CAIO BLAT – Rafa
LOLITA RODRIGUES – Celeste
DENISE DEL VECCHIO – Estela

era uma vez … Zil (25/12/1993), texto de Noemi Marinho

Tema de Abertura: O LADO QUENTE DO SER – Maria Bethânia

Eu gosto de ser mulher
Sonhar, arder de amor
Desde que sou uma menina
De ser feliz ou sofrer
Com quem eu faça calor
Esse querer me ilumina
E eu não quero amor nada de menos
Dispense os jogos desses mais ou menos
Prá que pequenos vícios
Se o amor são fogos que se acendem
Sem artifícios
Eu já quis ser bailarina
São coisas que não esqueço
E continuo ainda a sê-las
Minha vida me alucina
É como um filme que faço
Mas faço melhor ainda
Do que as estrelas
Então eu digo amor chegue mais perto
E prove ao certo qual é o meu sabor
Ouça meu peito agora
Venha compor uma trilha sonora pra o amor
Eu gosto de ser mulher
Que mostrar mais o que sente
O lado quente do ser
Que canta mais docemente…

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