Sinopse

As gêmeas Marali e Analu (Heloísa Périssé) sofreram, quando crianças, a perda de seu irmão e agora vivem distantes uma da outra. Enquanto Marali vende sacolé no Piscinão de Ramos, ao lado da amiga Edinéia (Elizângela), Analu parece se sentir sozinha morando em uma mansão com o marido Paulo Hélio (Dan Stulbach). No dia do aniversário das duas, uma reviravolta muda suas vidas: elas trocam de identidade.

Se Analu vai ter que se adaptar e acordar cedo para trabalhar, Marali terá de aprender a lidar com as domésticas Ditinha (Zezeh Barbosa) e Ceição (Carolina Pismel), não misturar estampas e se comportar como uma dama. Para complicar ainda mais, o filho de Analu, Greg (João Pedro Zappa), está de volta à mansão. O garoto chega colocando o terror na tia e é o primeiro a descobrir o parentesco entre as duas.

Globo – 23h
de 15 de maio a 10 de julho de 2014
9 episódios

escrito por Heloisa Perissé, Paula Amaral e Isabel Muniz
colaboração de Denise Crispun
supervisão de texto de João Emanuel Carneiro
redação final de Paula Amaral
direção geral de Carlos Araújo
direção de núcleo de Wolf Maya

HELOÍSA PÉRISÉE – Marali / Analu
DAN STULBACH – Paulo Hélio Garcez
JOÃO PEDRO ZAPPA – Greg
JOSÉ LORETO – Kaíke Rocha
ELIZÂNGELA – Edinéia dos Santos
LAURA CARDOSO – Sarah Garcez
ZEZEH BARBOSA – Ditinha
CAROLINA PISMEL – Ceição
HÉLIO DE LA PEÑA – Edimúcio
FÁBIO LAGO – Tito
HERMILA GUEDES

Segunda Dama entrou na grade da programação da Globo às quintas-feiras, substituindo o seriado Doce de Mãe (após A Grande Família).

As autoras Paula Amaral e Isabel Muniz contaram que o papel das gêmeas Marali e Analu foi criado especialmente para Heloísa Périsée, que acabou se tornando coautora posteriormente.
A atriz, por sua vez, garantiu que se apaixonou pela história quando recebeu o convite e manifestou o interesse de escrever também.
“Apontamos todos na mesma direção. Foi uma sinergia muito bacana da equipe como um todo”, afirmou Heloísa.

A história também brincou com o clichê das gêmeas que trocam de lugar, mas que, com o decorrer do tempo, se descobria que não era nada daquilo.

Para a caracterização das personagens Marali e Analu, Heloísa Périssé era maquiada em poucos minutos, mas as suas cenas davam muito trabalho, já que cada uma possuía um núcleo diferente. De acordo com o diretor Carlos Araújo, “um ator faz dois personagens com câmeras travadas e a gente mantém a luz. Todo cenário se mantém para dar continuidade quando a atriz troca de roupa.”

As referências sobre gêmeos ou sósias que trocam de identidade existem desde sempre na Teledramaturgia, em novelas como Vidas Cruzadas (1965), Mulheres de Areia (1973 e 1993), O Semideus (1973), O Outro (1987), Cara e Coroa (1995) e outras.

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