Sinopse

A alma de Ana foi vendida ao Demônio por seu pai, Mário, um vendedor de pentes da Praça da Sé, em São Paulo. Casado com Lurdes, uma mulher simplória, ele faz o pacto em troca de US$ 100 mil.

Enquanto o pai lucra com a venda em troca de dinheiro e diversão com mulheres, a filha cresce bastante atormentada e agressiva por causa desse pacto.

Record – 20h
de 3 a 7 de março de 1997
5 capítulos

minissérie de Ronaldo Ciambroni
direção de Atílio Riccó

PATRÍCIA DE SABRIT – Ana
LUIZ CARLOS DE MORAES – Mário
JOÃO VITTI – o Demônio
LIZA VIEIRA
ELOÍSA ELENA
MONIQUE LAFOND
CARLOS MECENI
GUSTAVO MACHADO
TÂNIA SECKLER
NIVEO DIEGUES
RUTHINÉIA DE MORAES
ALICE DE CARLI
RUI MINHARRO
SILVIA POMPEO
A primeira minissérie religiosa da Record, de uma série de outras que viriam a ser produzidas entre 1997 e 1998.

Marcelo Rúbens Paiva, na Folha de São Paulo de 5 de maio de 1997:
“Era de se esperar. A Filha do Demônio, nova minissérie da Rede Record, que estreou nesta semana, é tão ruim que é ótima. Atingiu 5 pontos de audiência – cerca de 400 mil telespectadores na Grande Sâo Paulo. Os cenários são escarnecidos, os efeitos especiais, grotescos, os diálogos, impagáveis. Habituado a um padrão de novela de alta qualidade e rotatividade, o espectador brasileiro está à frente de um dilema: isso é para ser levado a sério? O enredo é baseado no clássico mito do homem que barganha com o demo. (…) O grande vilão do primeiro capítulo é o restaurante, templo da gula. Para os autores, um pobre com dinheiro passa a frequentá-lo. Talvez seja uma mensagem subliminar, afinal, um restaurante rouba fregueses, digo, fiéis dos cultos da Igreja Universal, dona da emissora. No capítulo seguinte, a criancinha cresce. Quinze anos depois. Em cena, Patrícia de Sabrit, cuja personagem envolve-se com tóxico e sexo. É o preço cobrado pelo “capeta”. A Record descobriu a pólvora. Com suas limitações, não dá para imitar a Globo. Não há recursos para uma produção sofisticada. Resolveu, então, partir para um estilo próprio, escancarando. Está de parabéns. E engole em seco aquele que imaginava que o gênero havia se esgotado.”

Foi reprisada em 2000, durante a programação evangélica das madrugadas da Record/Rede Mulher.

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