Sinopse

Alice e Adriana têm seus filhos no mesmo dia e no mesmo hospital. Acontece uma troca de bebês. Alice, pobre, leva para sua casa humilde o filho de Adriana, Rogério, e o criará com dificuldades. Seu verdadeiro filho vai para o lar de Adriana, crescendo no luxo e no conforto, recebendo o nome de Paulo.

Anos depois, os mesmos personagens se encontram debaixo do mesmo teto, quando Alice vai trabalhar como empregada na casa de Adriana. Os filhos se aproximam e existem grandes diferenças entre eles. Paulo torna-se padre e Rogério, um marginal.

SBT – 20h50
de 19 de maio a 30 de julho de 1983
65 capítulos

novela de Crayton Sarzy e Amilton Monteiro
baseada no original de Marisa Garrido
direção de David Grinberg e Renato Petrauskas
direção geral de Waldemar de Moraes

Novela anterior no horário
Acorrentada

ANA ROSA – Alice
FAUSTO ROCHA JR. – Dr. Jorge
THAÍS DE ANDRADE – Adriana
PAULO CASTELLI – Padre Paulo
SUZY CAMACHO – Marta
ANNAMARIA DIAS – Esther
MARIA LUIZA CASTELLI – Dona Beatriz
AMAURY ALVAREZ – Dr. Raul Correia Couto
JOSMAR MARTINS – Jaime
ARNALDO WEISS – Seu Felipe
ZÉLIA TOLEDO – Laís
ROBERTO SCUDERO – Rogério
SIOMARA NAGI
LISA NEGRI
NINO FERREIRA
Mais um dramalhão mexicano.

Foi reapresentada em meados de 1984 e entre 1990 e 1991, com nova abertura.

Sonoplastia: Pedro Jacinto
justicacd
01. A JUSTIÇA DE DEUS – Sônia Maya (tema de abertura)
02. TREPA NO COQUEIRO – Sônia Maya

ainda
POUCO A POUCO – Gilliard
A TASTE OF THE SIXTIES – Paul Mauriat

Tema de Abertura: A JUSTIÇA DE DEUS – Sônia Maya
* O tema de abertura da novela constava no compacto de Sônia Maya (foto acima)

São dois olhares na noite
Cruzando tensões a fio
Dois corações no açoite
Sonhando e sentindo frio
São dois desejos molhados
Nas garras da invenção
Destinos escravizados
Nas malhas da tentação

Vem ver, vem ver
A verdade não marca hora
A justiça de Deus não falha, não
E nem vai embora
A justiça de Deus não falha, não
E nem vai embora

O tempo escorrendo manso
Qual chuva na ribanceira
Vem agitar as lembranças
Das noites mais traiçoeiras
O medo batendo a porta
No espanto da descoberta
Fez da verdade tão morta
O inicio da grande festa

Vem ver, vem ver…

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