Sinopse

Um serial killer está à solta. Para piorar, as eleições se aproximam. Uma força-tarefa policial é formada para resolver o caso. Enquanto isso, o assassino segue, sem perdão, cometendo os crimes mais frios e sem levantar suspeitas.

O único que parece estar se dando bem nessa época de crise é Edu (Bruno Gagliasso). Além da boa fase na vida profissional, o rapaz acaba de conhecer Ray (Débora Falabella). A bela tem seu lado independente: trabalha e cria sozinha a filha, Larissa (Maria Eduarda Miliante). Mas quando o assunto é o namoro, a coisa muda de figura e a jovem se desespera com qualquer falta de atenção do amado. O que Ray ainda nem desconfia é que Edu tem um lado muito diferente do que parece. Ele é o serial killer que a polícia está a procura.

Dias (Marcelo Novaes) sempre quis o cargo de Secretário de Segurança e sabe que um grande caso como o do serial killer pode ajudar e muito na sua promoção. Mas não vai ser nada fácil solucionar o problema e colocar Edu atrás das grades. Para piorar, o delegado precisa lidar com a volta de Vera (Luana Piovani) em sua vida. Psiquiatra forense, ela promete dedicar-se a este caso dia e noite, mas não consegue esquecer o grande amor que viveu com Dias. Hoje, os dois precisam focar na investigação na qual estão envolvidos, fora o fato de o delegado ser casado.

O cenário não poderia ser mais preocupante para o senador Oto Veiga (Aderbal Freire Filho). Tudo com o que ele se preocupa são as eleições e em resolver de uma vez por todas os problemas que esse serial killer vem causando. Quando conhece Edu, o político se deixa levar pelas incríveis ideias do rapaz e o aceita em sua equipe. Já Silvia (Marisa Orth) é a esposa ideal do senador, sempre disposta a apoiá-lo. Até que a perua descobre mais uma traição do marido e decide pedir o divórcio. Parece que um escândalo se anuncia! Mas, com a volta de Júnior (Bernardo Mendes), o filho do casal, muita coisa pode mudar.

Globo – 23h
de 19 de setembro a 19 de dezembro de 2014
13 episódios

escrito por Glória Perez
direção de núcleo de Mauro Mendonça Filho

BRUNO GAGLIASSO – Edu
DÉBORA FALABELLA – Ray
MARCELLO NOVAES – Delegado Dias
LUANA PIOVANI – Vera
ADERBAL FREIRE FILHO – Senador Oto Veiga
MARISA ORTH – Silvia
BERNARDO MENDES – Júnior
MARIANA NUNES – Dina
PAULO TIEFENTHALER – Nelson
THIARE MAIA – Cláudia
LUANA TANAKA – Elda
FELIPE HINTZE – Cícero
YANNA LAVIGNE – Mariana
MOUHAMED HARFOUCH
ÍGOR ANGELKORTE – Ivan
ANTÔNIO FRAGOSO
BRENDA SABRYNA – Tati
MARIA EDUARDA MILIANTE – Larissa
e
ABÍLIO RAMOS – policial
ADRIANO LUZZANO – Xavier
AFONSO CELSO
AIRAM PINHEIRO – policial
ALBERTO BRIGADEIRO – policial
ALESSIO ABDON – do júri contra Edu
ANA KUTNER – repórter
ANA PAULA BOUZAS – prostituta que reconhece Edu
BETO QUIRINO – porteiro
BRUNO NUNES
CAETANO O’MAIHLAN – Davi (amigo de Lucas)
CALUCHA CÂMARA – escrivã de polícia
CARINNE CERQUEIRA – vítima de Edu
CLÁUDIO CUNHA – deputado Aurélio Mendes
DEBORAH SARGENTELLI – vítima de Edu
DIEGO CRISTO – surfista
DUDA RIBEIRO – promotor
EDUARDO CARDOSO
ERIK BURGER
FÁBIO NASCIMENTO – policial
FELIPE NIEMEYER – policial
FLÁVIO CARRIÇO – policial
FLÁVIO MARINHO – delegado
HÉLIO BRAGA – policial
HÉLIO BRANDÃO – político do partido de Oto
HESLAINE VIEIRA – Rita (amiga de Mila)
KARINE CAMARGO – funcionária de Oto
LAÍS PINHO – Mila (vítima de Edu)
LEONARDO FRANCO – juiz
LEONARDO RODRIGUES – policial
MARCELO RUSSO – policial
MAURO DE LIMA – policial
PAULO RICARDO DIAS – motorista de Oto
PEDRO PUTZIGER – cônsul americano
ROBSON SANTOS – policial
RONEY VILELA – policial
ROSE ABDALLAH – vítima de Edu
SÉFORA RANGEL – Verônica (policial)
SELMA LOPES – senhora vizinha de Edu
SOLANGE VASCONCELOS – vítima de Edu
SUAIL RODRIX – policial
SYLBETH SORIANO – oficial de justiça
THAÍSA MACHADO MIL – repórter no último capítulo
ULYSSES FERRAZ – policial
VALÉRIA MONTEIRO – Lívia (jornalista)
VÍVIAN NESPOTI – Célia
WAGNER TORRES – policial
WILLIAM DE PAULA LUCAS
ZECA ASSUNÇÃO

Tentativa da Globo de se aproximar do público de séries estrangeiras, mais exigente em termos de roteiro e estética. As principais referências foram seriados como The Following, Dexter e The Fall.

A autora, Glória Perez, disse que a psicopatia sempre a atraiu como tema e que queria abordar o assunto na TV aberta.
“Estamos trazendo um gênero que faz muito sucesso e até então as pessoas só tinham acesso na TV fechada”, disse.
Contudo, ela nega que a temática seja muito americana. “Assassinos em série têm inspirado séries de muitas nacionalidades, até porque são tipos universais, que podem ser encontrados em todas as culturas, em todas as épocas, em ambos os sexos.”.

Para a gravação, o diretor Mauro Mendonça Filho montou uma equipe híbrida de TV e cinema, na tentativa de imprimir uma estética mais próxima de séries como Breaking Bad e Mad Men.
“A gente queria que o sol, que é o clichê do Rio de Janeiro, estivesse gerando sombras e não claridade”, disse sobre a fotografia, inspirada na primeira. Já a segunda foi referência para cenários.

Pela primeira vez, a emissora gravou um produto inteiro com tecnologia 4K (que dá à imagem qualidade quatro vezes superior à do full HD). A resolução não foi o único ganho. Houve mais amplitude e profundidade nos quadros e toda a caracterização ficou mais realista.
“O glamour espalhafatoso da novela não é necessário, os cenários e as pessoas têm que parecer de verdade. É tudo menor, o tom é mais baixo”, comparou o diretor.
“Antes, a tecnologia afastava muito o que era rodado em câmera de cinema do produto de TV”, analisou o cineasta Renê Sampaio (do filme Faroeste Caboclo), que também dirigiu alguns episódios.
“A evolução tecnológica faz com que a televisão viva um outro momento. Não é mais questão de ser TV ou cinema, mas de a história ter energia.”

Ao saber detalhes do protagonista, o ator Bruno Gagliasso, mesmo considerado mais jovem do que o perfil do personagem, lutou para ficar com o papel, Edu. Flávio Ricco e José Armando Vannucci em “Biografia da Televisão Brasileira”.
Gagliasso comentou sobre seu personagem:
“Ele poderia estar do nosso lado agora. Não é que ele tenha dupla personalidade. Ele é aquilo, só que quer se enquadrar nos padrões ditos normais da sociedade por estratégia. Precisa agradar porque sabe que assim será mais fácil se aproximar das vítimas.”
Ele diz que estudou “a realidade” para compor o personagem, que não era inspirado em nenhum psicopata que de fato existiu.
“Vi coisas tenebrosas e fortes durante o processo, mas conforme a gente vai conhecendo, vai se chocando menos”, concluiu.

O músico Andreas Kisser, da banda brasileira de heavy-metal Sepultura, foi o responsável por dez composições feitas especialmente para a trilha sonora do seriado.

A história teve um gancho ao final dos 13 episódios. Com isso, caso venha a ter uma nova temporada, a série deve explorar outras formas de psicopatia.

Música original de Sepultura

01. SYNOPSIS
02. THE CAT AND THE RAT
03. DARK DESIRES
04. THE CRUTCH
05. DEVIL IN DESGUISE
06. SIRENS
07. THE TRAITOR
08. ONE FATAL SECRET
09. AIN´T NO HERO
10. TWO-FACED MASK

Veja também

  • aforcadoquerer2

A Força do Querer

  • clone_logo

O Clone

  • america_logo

América

  • caminhodasindias_logo

Caminho das Índias