Sinopse

A vida de Lola, ao lado do marido Júlio e dos quatro filhos – Carlos, Alfredo, Isabel e Julinho – desde quando estes eram crianças até a idade adulta, quando ela termina seus dias sozinha em uma casa para idosos. A história transcorre todos os fatos marcantes de sua vida: a dura luta para criar os filhos pequenos, a morte do marido e de Carlos, os problemas com o rebelde Alfredo, a união precoce de Isabel com um homem casado, e o casamento de Julinho com uma moça rica, o que culmina com a ida de Dona Lola para um asilo.

Entre tanto sofrimento, alguns momentos leves, como a amizade de Lola com a vizinha Dona Genu, casada com Virgulino, um casal divertido. E os passeios à casa de sua mãe, Dona Maria, em Itapetininga, no interior de São Paulo, onde moram suas irmãs Clotilde e Olga e a tia Candoca. A espevitada Olga se casa com o farmacêutico Zeca e juntos dão início a uma grande prole. Já Clotilde apaixona-se por Almeida, amigo de Júlio, mas não consegue romper com os padrões morais da sociedade quando tem de decidir morar com ele, que é desquitado.

Tupi – 19h
de 1º de maio a 2 de junho de 1967

novela de Pola Civelli
baseada no romance homônimo de Maria José Dupré
direção de Hélio Souto

Novela anterior no horário
A Ponte de Waterloo

Novela posterior
A Hora Marcada

CLEYDE YÁCONIS – Lola
SILVIO ROCHA – Júlio
PLÍNIO MARCOS – Carlos
ROBERTO OROSCO – Alfredo
TONY RAMOS – Julinho
GUY LOUP – Isabel
DINA LISBOA – Tia Emília
SERAFIM GONZALEZ – Almeida

as crianças
ALBERTO JULIANO – Carlos
RENÊ DANTAS – Alfredo
ANTÔNIO CARLOS – Julinho
GIANETE FRANCO – Isabel

Segunda adaptação para a televisão do famoso romance de Maria José Dupré (1898-1984) – originalmente publicado em 1943 -, produzida em uma fase em que a TV Tupi investia em novelas curtas para o horário das 19 horas. Essa produção permaneceu apenas um mês no ar.

Ao todo, a triste história de Dona Lola foi contada cinco vezes na televisão brasileira.

A primeira, como mininovela de dois capítulos por semana, na TV Record, em fins de 1958, com Gessy Fonseca (Lola) e Gilberto Chagas (Júlio).

A terceira foi adaptada por Silvio de Abreu e Rubens Ewald Filho em 1977, dez anos após esta segunda versão, também pela TV Tupi, com Nicette Bruno (Lola) e Gianfrancesco Guarnieri (Júlio).

A quarta vez, a novela produzida pelo SBT em 1994 (na verdade um remake da versão de 1977), com Irene Ravache (Lola) e Othon Bastos (Júlio).

A quinta, já na Globo, entre 2019 e 2020, uma nova versão da novela de Silvio e Rubens, com Glória Pires e Antônio Calloni como os protagonistas.

O ator Sílvio Rocha, que nesta versão de 1967 interpretou Júlio, também participou da versão de 1977, vivendo o turco Assad, patrão de Júlio.

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