Sinopse

Santa Marta, interior do Rio Grande do Sul. João Carlos, filho da austera fazendeira Liana das Dores Serrano, vai para o Rio de Janeiro a negócios e lá conhece a bela Branca. Os dois se apaixonam e, ao retornar para casa, João termina seu noivado com Selma, contrariando a vontade da mãe. Casa-se com Branca e a leva para o sul. Dona Liana não esconde sua contrariedade, da mesma forma que Selma provoca àquela que, segundo ela, destruiu sua felicidade. O choque com a família faz com que o casamento entre em crise. Inflamado por intrigas, João expulsa Branca, que retorna para a casa do pai no Rio.

Porém, logo que Branca chega, descobre que está grávida e o pai a aconselha tentar retomar sua vida com o marido, no intuito que a criança não nasça sem pai. Durante a viagem para o sul, Branca acaba conhecendo o jovem Maurício, estudante de Medicina, despertando uma grande emoção entre ambos. Ao ser recebida na estação de Santa Marta pelo peão da fazenda, Maurício acaba por saber que Branca é casada. Embora abalada pela emoção que despertara, Branca decide vencer a tentação e investir na felicidade ao lado de João e do futuro filho que espera.

TV Itacolomi (Tupi) – 20h20 / 21h
de 18 janeiro a 26 abril de 1965
67 capítulos

novela de Janete Clair
direção e produção de Palmira Barbosa
supervisão de Otávio Cardoso

VANDA MARLENE – Branca
RICARDO LUÍS – João Carlos
SELVA RODRIGUES – Patrícia
GLÓRIA LOPES – Selma
RENÊ SALGADO – Maurício
SOARES AGUIAR – Irineu
ANAÍDE MARTINS – Liana
ANTÔNIO NADEO
LAURA MÁRCIA
AÍRTON AZEVEDO
LOLA MARTINS
ADILSON JOSÉ
NILDA DE ALMEIDA

Estrada do Pecado foi escrita em 1965 especialmente para a TV Itacolomi de Belo Horizonte, dos Diários Associados, e exibida de segunda a sexta-feira ao vivo, dos estúdios do edifício Acaiaca. Inicialmente foi apresentada às 20h20 e, um mês após a estreia, passou para as 21 horas.

Estreou juntamente com Rosa Maria, no mesmo dia, às 17h40, ao vivo, com a mesma equipe. Uma das últimas novelas da TV Itacolomi, que, com a chegada dos novos equipamentos, do aparelho de videoteipe e dos novos estúdios do Palácio do Rádio – que abrigava as duas emissoras de rádio e as duas de TV em Belo Horizonte -, foi decidido pela direção das Associadas (Tupi) que não haveria mais produções locais. Começava a invasão de enlatados do Rio e São Paulo.

Assim, Estrada do Pecado teve o final antecipado, com personagens morrendo de repente, desastres de trem e vilões tornando-se bons rapidamente.

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