Sinopse

O foco da trama era o choque da separação entre pais e filhos e o desquite.

Excelsior – 20h
de fevereiro a setembro de 1968

novela de Teixeira Filho (sob o pseudônimo de Iara Curi)
direção de Henrique Martins

Novela anterior no horário
Sublime Amor

Novela posterior
Os Diabólicos

LEILA DINIZ – Ana Lúcia
CARLOS ZARA – Paulo
HENRIQUE MARTINS – Maurício
FLORA GENY – Norma
ARACY CARDOSO – Lilian
ROLANDO BOLDRIN – Ernesto
MARIA ESTELA – Eva
DAVID JOSÉ – Osvaldo
LÍDIA COSTA
ÁTILA IÓRIO
MARIA APARECIDA ALVES – Gracinda
ALEX ANDRÉ – Padre Antônio
CACILDA LANUZA – Francisca
LÉLIA ABRAMO – Mariana
ANTÔNIO CARLOS ESTÊVÃO – Edu
PATRÍCIA AIRES – Miita

Primeiro sucesso das 20 horas da TV Excelsior – o horário era tradicional da Tupi.

Seu final teve uma série de capítulos em um tribunal, o que motivou ainda mais a audiência.

Para escrever esse sucesso, Teixeira Filho usou o pseudônimo de Iara Curi, já que, ao mesmo tempo, acumulava a roteirização de outras novelas.

Enquanto concluía O Direito dos Filhos, às 20 horas, Teixeira Filho preparava a substituta no horário, Os Diabólicos e orientava sua mulher, Carmem Lídia, que o auxiliava em sua novela A Pequena Órfã, que era apresentada no horário das 18h30.

Segunda novela da atriz mirim Patrícia Aires (então com 4 anos, filha do ator Percy Aires), que ganhou notoriedade na época, principalmente por causa de seu trabalho posterior, A Pequena Órfã.

Trilha Sonora
direitodosfilhost
ADDIO AMORE – Orquestra Milionários Del Rio

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