Sinopse

O velho fidalgo Dom Luís Negrões de Vilar dos Corvos, da Casa Mourisca, vê a sua vida destruída por sucessivas tragédias. Afundado em dívidas, assiste à morte da mulher e da filha mais nova. Os dois filhos, Jorge e Maurício, pretendem inverter a situação e erguer novamente o nome da casa e da família e devolver a prosperidade àquelas paragens. Sua afilhada, Berta da Póvoa, é uma rapariga elegante, virtuosa, de bons costumes, que regressa à casa depois de ser educada na cidade.

Berta é filha de Tomé da Póvoa, o antigo caseiro de Dom Luís, que conseguiu singrar na vida com muito trabalho e dedicação. Devido à debilitada condição de Dom Luís, o fidalgo é amparado pela sua afilhada. Jorge apaixona-se por Berta sendo que o seu amor é correspondido, porém, a diferente condição social dos dois – Jorge é fidalgo e Berta é plebeia – impede-os de dar largas ao seu amor. Por isso, e por entre juras de amor eterno, combinam que devem seguir caminhos diferentes.

Jorge vai recuperando a prosperidade das terras e devolvendo o bom nome à casa, enquanto Maurício inicia-se na vida diplomática em Lisboa, por interferência da prima Gabriela, com quem se casa. Dom Luís nutre um grande carinho por Berta, reconhecendo sua nobre personalidade. Por isso, ao descobrir o amor entre Jorge e a afilhada, para espanto de todos, concede que o casamento se faça. Jorge e Berta puderam assim viver o seu amor e Dom Luís ver a prosperidade regressar à Casa Mourisca.

Record – 19h
de 2 de maio a 2 de setembro de 1972

novela de Dulce Santucci
baseada no romance homônimo de Júlio Dinis
direção de Randal Juliano

Novela anterior no horário
Sol Amarelo

Novela posterior
O Leopardo

RODOLFO MAYER – Dom Luís Negrões de Vilar dos Corvos
GERALDO DEL REY – Jorge
MARIA ESTELA – Berta
ADEMIR ROCHA – Maurício
LAURA CARDOSO – Gabriela
ROGÉRIO MÁRCICO
LIA DE AGUIAR
FERNANDO BALERONI
LUCY MEIRELLES
SEBASTIÃO CAMPOS
LUIZ CARLOS BRAGA
ZÉLUIZ PINHO
MARCUS TOLEDO
MARACY MELLO
MARIA CECÍLIA
FLORIZA ROSSI
EDUARDO ABBAS

Sonho da TV Record em reeditar o sucesso de As Pupilas do Senhor Reitor (1970-1971), do mesmo autor original, o português Júlio Dinis. Porém, a repercussão não foi a mesma.

No Rio de Janeiro, a novela foi apresentada pela TV Rio.

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