Sinopse

Eles cruzaram mares para fazer a América. No final do século 19, desembarcaram aos milhares, trazendo consigo apenas ilusões, esperança e muita coragem. Trabalharam, palmo a palmo, o chão bruto deste país, trilhando seu caminho com suor, lágrimas e alegrias. E semeando nossa terra, construíram o Brasil. A história dos imigrantes que ajudaram a construir o país no início do século 20.

Com a Abolição da Escravatura, o rico fazendeiro Décio Coutinho, inconformado com a perda de seus escravos, adapta-se a contragosto aos novos tempos, que o obrigam a aproveitar uma mão-de-obra importada: os imigrantes europeus. Gente produtiva, mas arrogante, materialmente indispensável, mas moralmente intragável.

Nena, a mulher de Décio, é a esposa-padrão desse tempo, submissa de corpo e alma. Isabel, filha única do casal, treme de medo do pai, mas faz das suas, contando com a conivência de Biá, cria da casa, filha de uma ex-escrava emprenhada pelo próprio Décio – segredo que esta nem sonhava em revelar, mas que lhe dava autoridade junto ao prepotente patrão.

Isabel não quer se casar com o primo Júlio, a quem está prometida. Ele é um rapaz contraditório: jovem político quatrocentão, republicano, que da boca para fora defende idéias liberais, mas na prática coloca-se do lado do meio a que pertence, a oligarquia dos cafeicultores.

Servindo a casa grande estão os imigrantes, com destaque para os três Antônios: o De Sálvio, italiano romântico que ousa fazer corte à sinhazinha Isabel; o Pereira, português chegado às mulatas que acaba fazendo um filho em Biá; e o Hernandez, espanhol anarquista e de sangue quente. Também o velho Genaro, decano e líder daquela pequena comunidade de trabalhadores.

Décadas se passam e Antônio de Sálvio, agora casado com Isabel, mora numa mansão na Avenida Paulista; Antônio Pereira, depois de muitos amores, enriqueceu com uma transportadora; e Antônio Hernandez, casado com Mercedes, verdadeiro azarão, sempre envolvido em movimentos políticos, só conheceu a prosperidade no fim da vida.

Nos fins dos anos 1950, André, neto de Antônio de Sálvio, está envolvido na construção de Brasília por meio de uma empresa construtora. Seu casamento com Mariinha entra em crise e ele se envolve com Dora Castilhos, uma atriz internacional que está chegando dos Estados Unidos.

Uma herança está à disposição de Mercedita, a neta desaparecida da matriarca Mercedes Hernandez. Um plano criminoso entra em ação para se apossar da fortuna. Vitória, filha da empregada Cacilda, que serviu os De Sálvio durante anos, instiga Cecília a se passar pela herdeira.

Ainda ressurgem os herdeiros de Antônio Pereira: Teca, Quinzinho, Angelina e Tonico, todos em dificuldades financeiras.

Bandeirantes – 18h30
de 27 de abril de 1981
a 1º de novembro de 1982
459 capítulos

novela de Benedito Ruy Barbosa
escrita por Benedito Ruy Barbosa, Renata Pallottini e Wilson Aguiar Filho
direção de Atílio Riccó e Henrique Martins
supervisão de Antônio Abujamra e Antonino Seabra (3ª Geração)

Novela posterior no horário
Campeão

RUBENS DE FALCO – Antônio de Sálvio
OTHON BASTOS – Antonio Pereira
ALTAIR LIMA – Antonio Hernández
YONÁ MAGALHÃES – Mercedez
MARIA ESTELA – Isabel
PAULO BETTI – André
DENISE DEL VECCHIO – Maria da Paz III (Mariinha)
LÚCIA VERÍSSIMO – Maria da Paz II (Mariinha)
VALDIR FERNANDES – Primo
CRISTINA MULLINS – Nina
FÚLVIO STEFANINI – Professor Amadeu
FAUSTO ROCHA – Renato
ÍSIS KOSCHDOSKI – Rosália
NICOLE PUZZI – Antonieta
DIONÍSIO AZEVEDO – Tufik Assad
LUÍS CARLOS ARUTIN – Youssef Assad
RIVA NIMITZ – Matilde
HÉLIO CÍCERO – Ataliba
BABY GARROUX – Pierina
ELIZABETH GASPER – Fraulein Frida
SANDRA BARSOTTI – Maria
CLÁUDIA ALENCAR – Antônia
CHICA XAVIER – Biá
ARLINDO BARRETO – José Antônio
FLORA GENI – Rosita
LILIAN VIZZACHERO – Maria da Paz I (Mariinha)
CRISTIANE RANDO – Renata
AGNALDO RAYOL – Miguel
PAULO CASTELLI – Ricardo
TACUS – Jorge
SOLANGE THEODORO – Helena
DAVID LEROY – Rodolfo
LIZETTE NEGREIROS – Cacilda
GÉSIO AMADEU – Josué
LÍLIA CABRAL – Angelina
TAUMATURGO FERREIRA – Tonico
SOLANGE COUTO – Teca
DAVID ARCANJO – Quinzinho
MARCELA MUNIZ – Maninha
MÁRCIO DE LUCCA – Francisco III
CLÁUDIO CORAZZA – Francisco II
MATEUS CARRIERI – Francisco I
JOSÉ PIÑERO – Paco (Paquito)
VIRGINIE ADELE – Irma
LEONARDO CAMILO – Vado
APARECIDA BAXTER – Giselda
ARNALDO WEISS – Onofre
HELOÍSA MACHADO – Juliette
TÂNIA REGINA – Rita
ANDRÉA LEÃO – Elza
ROSILENE FERREIRA – Cida
YARA GREY – Ruth
PATRÍCIA FIGUEIREDO – Eulália
SUZY CAMACHO – Vitória
JOSÉ PARISI JR. – Youssefinho
PAULO NOVAES – Marcos
MIDORI TANGE – Hiroe
CARLOS TAKESHI – Hiroshi
WILSON RABELO – Joca
SOLANGE CORRÊA – Linda
TÁCITO ROCHA – Lula
PAULO EUDES – Tenório
RAUL TOLEDO – Lico
RONALDO SALGADO – Tadeu
CARMEM MARINHO – Maria Rita
ADY SALGADO – Assunta
FELIPE DONOVAN – delegado
NORTON NASCIMENTO – Afonso
KEN KANEKO
SÉRGIO ROPPERTO
ANDRÉ LOUREIRO
THALES PAN CHACON
PAULINO RIFANTE
ANFILÓFIO DE MATTOS
as crianças
AFONSO NIGRO – André menino
ULISSES BEZERRA – Paco (Paquito)
DÉBORA ROSA – Vitória menina
ROULIEN MADRILLES JR.
CARLOS ALEXANDRE
WALLACE ELIAS
SÔNIA ANTUNES
FÁBIO CARDOSO
e
PAULO AUTRAN – Paco Valdez
RODRIGO SANTIAGO – Gino Meneghetti
JUSSARA FREIRE – Dora Castilhos
primeira fase
HERSON CAPRI – Antonio de Salvio
DAVID ARCANJO – Antonio Pereira
JOSÉ PIÑERO – Antonio Hernández
LÚCIA VERÍSSIMO – Isabel
ROLANDO BOLDRIN – Décio Coutinho
NORMA BENGELL – Nena Coutinho
SOLANGE COUTO – Biá
LUIZ ARMANDO QUEIROZ – Júlio Coutinho
ÊNIO SANTOS – Olavo Coutinho
MANFREDO COLASSANTI – Genaro
SÔNIA SAMAIA – Inês
LUCILA RUDGE – Maria
ELZA MARIA – Tude
CILAS GREGÓRIO – Honório
MARCO DONIZETTI – Antão
ABÍLIO HERLANDER – Manoel
CARLO BRIANI – Matteo
JOSÉ NUNES – Alfredo
LOBÃO – Alaor
CHICA LOPES – escrava
HENRICÃO
WALTER CRUZ
FLÁVIO DIAS
ORLANDO BARROS
RUBENS PIGNATARI
MARIA HELENA ZEFERINO
terceira geração (sexta fase)
PAULO BETTI – André
DENISE DEL VECCHIO – Maria da Paz (Mariinha)
YONÁ MAGALHÃES – Pilar Molina
JUSSARA FREIRE – Dora Castilhos
LUIZ ARMANDO QUEIROZ – Luiz Vasconcelos
JOHN HERBERT – Ramón
FÁBIO CARDOSO – Francisco Molina
MIRIAM MEHLER – Renata de Salvio
RICARDO BLAT – Edgard Ataliba
LUÍS CARLOS ARUTIN – Youssef Assad
RIVA NIMITZ – Matilde
JOÃO CARLOS BARROSO – Chiquinho Molina
DEBORAH SEABRA – Cecília/Mercedita (falsa)
MARIA EUGÊNIA DE DOMENICO – Vitória
JOÃO SIGNORELLI – Youssefinho
SOLANGE COUTO – Teca
DAVID ARCANJO – Quinzinho
LÍLIA CABRAL – Angelina
TAUMATURGO FERREIRA – Tonico
ELIZABETH GASPER – Clara
DULCE CONFORTO – Dedé/Mercedita
HUGO DELLA SANTA – Antonito
BABY GARROUX – Pierina
MÁRCIA CORBAN – Elza
DULCE MUNIZ – Adélia
LEONOR LAMBERTINI – Tia Giovanna
IVANA BONIFÁCIO – Biá
MATEUS CARRIERI – Pedro
RODRIGO MATHEUS – Paulo
AFONSO NIGRO – Frederico
LÉA CAMARGO – Léa
GENY PRADO – Cremilda
EDUARDO ABBAS – Otávio
SÉRGIO BUCK – Moacir
PAULO EUDES – Tenório
CIÇA MANZANO – Lu
ANTONIO GRASSI – Clemente de Oliveira
CARLOS CAMBRAIA – Delegado Cardoso
EMÍLIO DI BIASI – juiz
ROBERTO OROSCO – promotor
ROBERTO SCUDERO – ator de teatro

Audaciosa proposta de TV Bandeirantes de retratar a saga dos imigrantes que chegaram ao Brasil no final do século 19, dividida em várias fases.
A primeira fase (de 1891 a 1893, do capítulo 1 ao 22) marca a chegada dos “três Antônios” imigrantes ao Brasil.
A segunda fase (de 1917 a 1922, do capítulo 23 ao 127) mostra os Antônios e suas famílias após 25 anos.
A terceira fase (de 1930 a 1933, do capítulo 127 ao 200) apresenta os netos dos imigrantes.
Na quarta fase (de 1939 a 1946, do capítulo 201 ao 312) os imigrantes vivem os dramas da velhice enquanto os filhos e netos crescem.
Na quinta fase (de 1954 a 1955, do capítulo 313 ao 333), morrem os imigrantes, mas prossegue a saga agora contada pelos filhos e netos, que representam a 2ª e 3ª gerações.
A última fase, com o sub-título Terceira Geração (fins dos anos 1950 e início dos 1960, do capítulo 334 ao 459), encerrou melancolicamente a saga iniciada com ousadia e competência pela emissora.

O autor Benedito Ruy Barbosa já havia oferecido a novela à Globo, que a recusou. Ele contou a André Bernardo e Cíntia Lopes para o livro “A Seguir, Cenas do Próximo Capítulo”:
“Na ocasião, a Globo encarregou o Dias Gomes de ler a sinopse e os seis primeiros capítulos de Os Imigrantes. Pois bem. Ele leu e depois escreveu assim: ‘Belíssima história, mas a Globo não precisa dela no momento. Recomendo que seja guardada para o futuro porque é uma novela de sucesso garantido.’ E a novela ficou lá, na gaveta. Um dia, reclamei com Borjalo [Mauro Borja Lopes, executivo da emissora]. Ele abriu a gaveta, pegou a sinopse e me devolveu. É por isso que eu sei o que o Dias escreveu.”
Em 1999, já com status de grande novelista global, o autor estreou Terra Nostra, produção da Globo que narrava a saga dos imigrantes italianos no Brasil – o mesmo ponto de partida de sua novela da Bandeirantes.

Os Imigrantes foi a quarta mais longa novela da teledramaturgia brasileira: 459 capítulos, considerando todas as suas fases, inclusive a Terceira Geração. A mais longa é Redenção, com 596 capítulos (apresentada pela TV Excelsior entre 1966 e 1968); a segunda colocada é Chiquititas (SBT, a versão de 2013-2015) com 545 capítulos; e a terceira é Os Mutantes (Record, 2007-2009), que somou 483 capítulos.

A novela não chegou a se tornar uma campeã de audiência, mas sagrou-se vitoriosa em todas as distribuições de prêmios em 1981.
Só da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), foram os prêmios de melhor novela, melhor texto de novela, para Benedito Ruy Barbosa, melhor direção, para Atílio Riccó (juntamente com Nilton Travesso, pelo programa TV Mulher, da Globo), melhor ator, para Rubens de Falco (juntamente com Fernando Torres e Tony Ramos, por Baila Comigo), melhor atriz, para Yoná Magalhães (juntamente com Lílian Lemmertz, por Baila Comigo, Fernanda Montenegro, por Brilhante, e Kate Hansen, pelos tele-romances da TV Cultura), e ator revelação, para o então garoto Ulisses Bezerra (juntamente com Paulo Guarnieri, por Plumas e Paetês).
Na edição de 1982, foi a vez de Luís Carlos Arutin ser premiado como melhor ator por seu papel na fase “Terceira Geração” da novela (juntamente com Luiz Gustavo e Reginaldo Farias, por Elas por Elas, e Roberto Bonfim, por Paraíso).
Também foi premiada com o Troféu Imprensa de melhor novela de 1981.

Seus destaques foram muitos. Entre eles: os primeiros 22 capítulos que compuseram a primeira fase da novela, em especial a performance dos três Antônios imigrantes e o fascínio de Biá (Solange Couto) e Isabel (Lúcia Veríssimo). Ainda o trabalho de Othon Bastos, como o Antônio português, 25 anos depois, mulherengo e carreirista, e Yoná Magalhães, como a espanhola Mercedes, atravessando as várias gerações cobertas pela narrativa.

O mérito maior é do autor, Benedito Ruy Barbosa, por compor e conduzir mais de 200 capítulos num projeto difícil. Infelizmente Benedito não foi até o fim de Os Imigrantes: em 1982, estafado com o excesso de trabalho, largou a roteirização dos capítulos e acabou recontratado pela Globo (foi escrever Paraíso).

Wilson Aguiar Filho e Renata Pallottini assumiram a autoria na penúltima fase da história (a partir do capítulo 313) e deram continuidade à saga.
Através da imprensa, Benedito criticou o desenrolar da história pelos novos autores e ameaçou divulgar o que havia pensado para desenvolver o resto da novela se não a tivesse deixado, e o final planejado. Wilson e Renata passaram maus bocados com as pressões por Ibope e por um respeito às fases que eles não haviam escrito, mas às quais receberam a incumbência de dar prosseguimento. Fábio Costa em “Novela, a Obra Aberta e Seus Problemas”.

A última fase, a Terceira Geração, movimentou a trama com personagens remanescentes das fases anteriores. Mas encerrou melancolicamente o filão inicial mantido no ar pela Bandeirantes por mais de um ano, com a audiência bem a menos da metade dos primeiros meses.
Um dos equívocos, talvez, tenha sido a troca de intérpretes de alguns personagens: Lúcia Veríssimo por Denise Del Vecchio, ou o loiro José Parisi Jr. pelo moreno João Signorelli – confundiu e desinteressou o telespectador. Desta maneira, essa terceira geração terminou por descaracterizar de vez a excelente proposta inicial de Benedito Ruy Barbosa.

Em um ano eleitoral, o ex-presidente Jânio Quadros gravou uma participação especial em Os Imigrantes, vivendo ele mesmo. Com os cabelos e bigodes pintados de preto, o político relembrou o ano de 1958, retratado na trama, quando era governador do estado de São Paulo e anunciou a sua intenção de candidatar-se à Presidência da República.

Cenas externas da primeira e segunda fases foram gravadas no município de Amparo, no interior de São Paulo.

Os figurantes aprenderam a se comportar e a revelar sentimentos por meio de expressões faciais graças ao trabalho de Emílio Di Biasi, tradutor para o italiano dos diálogos de Antônio de Sálvio, um dos três imigrantes, e também ator ao longo das duas primeiras fases da novela. Também um professor de italiano e outro de espanhol acompanharam as gravações dos diálogos dos personagens dessas nacionalidades. (TV Pesquisa PUC-Rio)

Primeira novela da atrizes Solange Couto e Marcela Muniz e dos atores Carlos Takeshi e Carlo Briani.

O maestro Júlio Medaglia, responsável pela trilha sonora, comentou sobre o repertório da novela:
“Tínhamos como ponto de partida três países, a Itália, a Espanha e Portugal, origens dos três personagens principais. São os três países mais musicais da Europa, em termos de cultura popular. E então eu achei que seria importante dar ao trabalho de sonorização um cunho de autenticidade muito grande. Procurei discos importados de música folclórica das três regiões de onde se originaram os imigrantes (Lucca, na Itália, Andaluzia, na Espanha, e Lisboa, em Portugal), vasculhei coleções de particulares e encomendei discos a amigos que viajavam para a Europa.”
O resultado desse trabalho foi um repertório de cerca de 500 músicas para tentar retratar a origem rural (nos casos do italiano e do espanhol) ou urbana (no caso do português) dos personagens e situar o Brasil no contexto da História. A equipe do maestro reuniu a música instrumental executada no Brasil no fim do século passado (mazurcas, schotishes, polcas e maxixes) para a primeira fase. Na segunda fase começou a aparecer a influência norte-americana na música brasileira com one steps, fox trots e outros ritmos vindos do jazz, além das valsas românticas. (Jornal do Brasil, 28/06/1981, TV Pesquisa, PUC-Rio)
Um recorde na época, a novela lançou comercialmente 9 LPs com as trilhas sonoras nacional e internacional, entre elas as exclusivas portuguesa, espanhola e italiana.

Os Imigrantes teve várias reprises:
de 01/08 a 09/1983, em 30 capítulos (1ª fase), de 2ª a 6ª feira, às 20h, sucedendo a inédita Sabor de Mel;
de 22/01/1990 a 27/05/1991, em 333 capítulos, de 2ª a 6ª feira em vários horários entre 10h15 e 11h;
e de 27/03 a 22/07/1995, em 102 capítulos (1ª e 2ª fases), de segunda a sábado às 18h.

A fase Terceira Geração foi reprisada de 28/05 a 29/11/1991, em 125 capítulos, de 2ª a 6ª feira às 10h30 (e mais tarde às 10h50).

Reprisada também pela emissora gaúcha Ulbra TV – que firmou uma parceria com a Band – entre 02/08/2010 e 22/04/2011, de segunda a sexta-feira às 13h e às 21h30 – a partir de janeiro de 2011 apenas às 12h25. Foram exibidos 190 capítulos: as três primeiras fases do total de seis que a novela possui – da chegada dos imigrantes em 1891 à “terceira geração”, cuja ação se passa no governo Juscelino.
Em 2014, Os Imigrantes voltou a ser reprisada, na Rede Vida.

Benedito Ruy Barbosa recorreu ao mesmo tema, a saga de imigrantes no Brasil, em outras três novelas, produzidas pela TV Globo: Vida Nova (1988/1989), Terra Nostra (1999/2000) e Esperança (2002/2003).

Trilha Sonora Nacional
imigrantest1
01. RIO ANTIGO – Altamiro Carrilho
02. ZINHA – Altamiro Carrilho
03. EU SONHEI QUE TU ESTAVAS TÃO LINDA – Agnaldo Rayol
04. ROMANCE DE AMOR – Carlos Iafelice
05. GAÚCHO (DE CÁ E LÁ, O CORTA JACA) – Altamiro Carrilho
06. PÉ DE ANJO – Ana Maria Brandão
07. MORENINHA SE EU TE PEDISSE – Renato Teixeira
08. OS CONSELHEIRISTAS – Régis e Rogério Duprat
09. ABISMO DE ROSAS – Ademar Nunes
10. AI, HORÁCIO – Régis e Rogério Duprat
11. BEM-TE-VI ATREVIDO – Brasil, Flauta, Cavaquinho e Violão
12. PROFESSOR JÚLIO DE MORAES – Régis e Rogério Duprat

Trilha Sonora Nacional 2
imigrantest2
01. SERENATA – Silvio Caldas
02. ESPINHA DE BACALHAU – Serverino Araújo
03. CONVERSA DE BOTEQUIM – Araci de Almeida
04. RAPAZIADA DO BRÁS – Radamés Gnattali
05. O SAMBA DA MINHA TERRA – Bando da Lua
06. FLAMENGO – Jacob do Bandolim
07. CIÚMES – Francisco Alves
08. NADA ALÉM – Francisco Petrônio
09. URUBU MALANDRO – Ademilde Fonseca
10. DELICADO – Waldir Azevedo
11. NOITE CHEIA DE ESTRELAS – Vicente Celestino
12. SEU LIBÓRIO – Vassourinha
13. CORTINA DE VELUDO – Carlos Galhardo
14. JOUJOUX E BALANGANDANS – Mário Reis

Trilha Sonora Italiana
imigrantest3
01. MATINATTA – Mario Del Monaco
02. POT-PORRI: GUI FÚ NAPOLI / TORNA A SURRIENTO / AMOR DI PASTORELLO / “A TAZZA” E CAFFÉ / MARECHIARE / MARIA MARI – Italo Izzo e Uccio Gaeta
03. FIORIM FIORELLO – Luciano Tajoli
04. FENESTA CHE LUCIVE – Giuseppe Valdengo
05. O SOLE MIO – Carlo Buti
06. PARLAMI D’AMORE MARIÚ – Mario Del Monaco
07. CAPRICCIO ITALIEN – Arno Flor Orchestra
08. POT-PORRI: COMME FACETTE MAMMETA / “O SURDATO” NNAMORATO / FUNICULÍ FUNICULÁ – Italo Izzo e Uccio Gaeta
09. TORNA A SURRIENTO – Mario Del Monaco
10. QUEL MAZZOLIN DI FIORI – Luciano Tajoli
11. A VUCCHELLA – Giuseppe Valdengo
12. MARECHIARE – Carlo Buti
13. ADDIO A NAPOLI – Enrico Caruso
14. “NA SERA” E MAGGIO – Mario Del Monaco

Trilha Sonora Espanhola e Portuguesa
imigrantest4
01. BELLA ENAMORADA (EL ÚLTIMO ROMÁNTICO) – Rio Novello
02. ESPAÑA – Grande Orquestra Rádio Alemã
03. DANZA ESPAÑOLA N.5 (ANDALUZA) – Neyde Thomáz
04. CONCIERTO DE ARANJUEZ (ADAGIO) – Orquestra Sinfônica de San Antonio
05. EN”ER”MUNDO – Banda Hispânica
06. BULLERIAS – Stanley Black
07. FADO DOS CHEIRINHOS – Carlos do Carmo
08. O MINHO DANÇA DE RODA – Manuel Marques
09. ALCOBAÇA – Francisco José
10. CANÇÃO PARA ANA MARIA – Manuel Marques
11. O IMIGRANTE – David Arcanjo
12. LISBOA MENINA MOÇA – Carlos do Carmo

Trilha Sonora Internacional
imigrantest5
01. LA VIE EN ROSE – Louis Armstrong
02. TUXEDO JUNCTION – The Universal-International Orchestra
03. YOU’LL NEVER KNOW – Dick Haymes
04. BOOGIE WOOGIE – The Tommy Dorsey Orchestra
05. OVER THE RAINBOW – Judy Garland
06. GREEN EYES (AQUELLOS OJOS VERDES) – Jimmy Dorsey & His Orchestra
07. YOU’RE MY EVERYTHING – Carmen Cavallaro
08. LOVE LETTERS – Victor Young & His Concert Orchestra
09. LILI MARLENE – Marlene Dietrich
10. ADIOS – Xavier Cugat
11. IT’S BEEN A LONG LONG TIME – Bing Crosby
12. LA CUMPARSITA – Granados Orchestra
13. ALÔ ALÔ – Carmen Miranda & Bando da Lua
14. BABY, I DON’T CRY OVER YOU – Billie Holiday & Ella Fitzgerald

Temas originais da novela Os Imigrantes
imigrantest6
01. OS IMIGRANTES – Os Imigrantes
02. DÁ TEMPO AO TEMPO – Antônio Mourão
03. EN ARANJUEZ, CON TU AMOR – Perla
04. MUSICA PROIBITA – Mario Lanza

Sonoplastia: Laerte Silva / Custódio Santanna
Direção Musical: Júlio Medaglia

Trilha Sonora Nacional 3ª Geração
imigrantest7
01. ELA DISSE-ME ASSIM (VÁ EMBORA) – Simone
02. A NOITE DO MEU BEM – Dick Farney
03. TERNURA ANTIGA – Altemar Dutra
04. NEGUE – José Ricardo
05. DEVANEIO – Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano
06. ALGUÉM ME DISSE – Anísio Silva
07. DESAFINADO – João Gilberto
08. DINDI – Elza Soares
09. EU SEI QUE VOU TE AMAR – Altemar Dutra
10. ESTÃO VOLTANDO AS FLORES – Dalva de Oliveira
11. CASTIGO – Dick Farney e Claudete Soares
12. LAMENTO – Wálter Wanderley e Seu Conjunto

Trilha Sonora Italiana 3ª Geração
imigrantest8
01. PIOVE – Domenico Modugno
02. LEGATA A UN GRANELLO DI SABBIA – Nico Fidenco
03. L’EDERA – Nilla Pizzi
04. SCAPRICCIATIELLO – Katyna Ranieri
05. ROMANTICA – Renato Rascel
06. QUANDO, QUANDO, QUANDO – Tony Renis
07. FUMO NEGGLI OCCHI (SMOKE GETS IN YOUR EYES) – Gianni Morandi
08. IO CHE AMO SOLO TE – Sergo Endrigo
09. NEL BLU, DIPINTO DI BLU (VOLARE) – Domenico Modugno
10. GIURO D’AMARTI COSI – Nilla Pizzi
11. PICCOLISSIMA SERENATA – Teddy Reno

Trilha Sonora Espanhola 3ª Geração
imigrantest9
01. CANTO A GALÍCIA – Julio Iglesias
02. ARRANJUEZ MON AMOUR – Waldo de Los Rios
03. LA VIOLETERA – Sara Montiel
04. MAS ALLÁ – Miguel Bosé
05. SABRÁS QUE TE QUIERO – Roberto Yanes
06. DESDE QUE TU TE HAS IDO – Mocedades
07. DONDE ESTARÁ MI VIDA – Roberto Yanes
08. VALS DEL RECUERDO – Richard Clayderman
09. MUCHO MÁS – Ana Belen
10. LA ZANDUNGA – Raphael
11. SUEÑOS – Mari Cruz Soriano
12. PADRE OLVIDAR – José Luiz Perales
13. LA SONANBULA – Orquestra Columbia Pops
14. MALAGUEÑA – Sara Montiel

Trilha Sonora Internacional 3ª Geração
imigrantest10
01. POUT-PORRI: DIANA / RUNAWAY / IT’S NOW OR NEVER / ITSY BITSY TEENIE WHEENIE YELOW POLKA DOT BIKINI / IT’S NOW OR NEVER – American Graffiti
02. WE’RE GONNA ROCK – Sunday
03. POT-PORRI: LOVE ME TENDER / BLUE BERRY / MY SPECIAL ANGEL / BLUE BERRY HILL – American Graffiti
04. POT-PORRI: ROCK AROUND THE CLOCK / SEE YOU LATER ALLIGATOR / SHAKE RATTLE AND ROLL – Sunday
05. POT-PORRI: REMEMBER / LA BAMBA / AMERICA / LEMON TREE / GREEN GREEN / THIS LAND IS YOUR LAND / REMEMBER / MARIANNE / DOWN BY THE RIVER SIDE / IF I HAD A HAMMER / REMEMBER – Trini Lopez
06. THE MAN WITH THE GOLDEN ARM – Peter Appleyard & Orchestra
07. AS TIME GOES BY – Tony Bennet
08. I KNOW WHY – Werner Baumgart’s Big Band Baden-Baden
09. EXPERIMENT – Tony Bennet
10. TENDERLY – Peter Appleyard & Orchestra
11. OUR LOVE IS HERE TO STAY – Tony Martin
12. INDIAN SUMMER – The Singers Unlimited

Sonoplastia: Laerte Silva
Concepção fonográfica: W. Rodrigues Poso
Seleção musical: Salathiel Coelho

Veja também

  • pedevento_logo

Pé de Vento

  • pantanal_logo

Pantanal

  • vidanova_logo2

Vida Nova

  • terranostra_logo

Terra Nostra