Sinopse

Os conflitos e confusões dos profissionais do inusitado hospital Isaac Rosenberg.

Globo – 23h
1ª temporada: de 4 de abril a 13 de julho de 2010, 13 episódios
2ª temporada: de 24 de outubro a 19 de dezembro de 2010, 8 episódios

criação de Marcius Melhem e Daniel Adjafre
direção geral de Mauro Mendonça Filho

NEY LATORRACA – Dr. Solano
MARISA ORTH – Drª Michelle
BRUNO GARCIA – Dr. Wando
MARIA CLARA GUEIROS – Drª Veruska
FÁBIO LAGO – Anderson
FERNANDA DE FREITAS – Evelin
HUGO POSSOLO – Dr. Brenon
CLÁUDIO MENDES – Dr. Stênio
RENATA TOBELEM – Cissa
PEDRO HENRIQUE MONTEIRO – Diego
MARIANA BASSOUL – Rosário
ANA CAROLINA DIAS – Cilene
ELLEN ROCHE – Drª Luísa
Seriado apresentado aos domingos, após o Fantástico.

Filhos e irmãos de médicos, os autores trouxeram para o seriado experiências vividas em casa, inspirando-se em histórias contadas por seus familiares.
“Todo mundo conhece histórias tristes e engraçadas passadas em um hospital. O que motivou a criação do programa foi chamar a atenção para as engraçadas”, explicou o autor Daniel Adjafre.
“Pudemos brincar muito, encher de falhas e erros um ambiente que em teoria é bem sério”, completou o também autor Marcius Melhem.

S.O.S. Emergência conta a história da divertida e inusitada rotina dos profissionais de um hospital, trazendo humor às relações entre médicos e pacientes. Os personagens da série trabalham no hospital e recebem, a cada episódio, pacientes com as mais diversas queixas.
“A ideia da série é desconstruir a aparente sisuda imagem dos hospitais, mostrando o lado humano das situações que acontecem lá dentro e levando-as ao absurdo, para dar o
molho do humor”
, explicou Marcius Melhem.
“Vamos focar também na relação entre os personagens, não apenas em assuntos ligados ao universo da medicina”, completou Daniel Adjafre.

Para compor este trabalho, o diretor-geral Mauro Mendonça Filho levou elenco e equipe para um hospital, a fim de conheceram histórias, rotinas e curiosidades do universo médico.
“A trama tem que ter sempre um pé na realidade. S.O.S Emergência é realista, mas não é real”, explicou Mauro.

As cenas são gravadas em um cenário multiuso, como definiu o cenógrafo João Irênio. Ele e sua equipe projetaram os ambientes em formato octogonal. No centro, localiza-se o principal palco do seriado, a Emergência do Hospital Isaac Rosenbergh. Em volta, estão os corredores e demais salas.
“O cenário tem que acompanhar o texto. Criei um centro nervoso para o cenário que também é o centro nervoso da história”, contou João.
Além disso, todas as salas desenhadas podem ir se transformando, de acordo com a necessidade dos episódios.
“O centro pode, por exemplo, se tornar uma sala de parto, um auditório, um centro cirúrgico, e por aí vai. Este foi nosso maior desafio. Fazer um cenário com o mesmo
conceito do programa, ágil”
, explicou o cenógrafo.

O colorido também está presente na estética do figurino.
“Nos inspiramos muito nos seriados médicos americanos, mas eles são mais monocromáticos. Nós resolvemos dar uma colorida no visual”, disse a figurinista Marina Alcântara.
As principais cores usadas são vermelho, laranja, verde e azul. “A comédia precisa de cor; então as especialidades dos personagens estão todas estampadas nos uniformes”, disse o diretor.
“Os enfermeiros também obedecem a esta regra, só que têm uniformes mais claros”, continuou Marina.

Para a elaboração do perfil de cada personagem, a equipe de figurino se uniu à de caracterização.
“Quem modificou muito o visual foi a Maria Clara Gueiros”, falou o caracterizador Vavá Torres. A atriz teve seus cabelos alongados, com mega hair, e clareados.
Para a personagem Veruska, de Maria Clara, usa-se também uma maquiagem mais pesada e roupas ousadas.
“Veruska é a única personagem que usa cílios postiços e unhas vermelhas compridas”, contou Vavá.
“As roupas são todas justas e, quando não está no hospital, Veruska abusa das estampas de onça”, completou Marina.
O restante dos personagens têm visual mais sóbrio. São usadas maquiagens claras e sutis, já que a maioria das cenas se passam dentro do hospital. O figurino acompanha
este formato.
“A personagem da Marisa Orth é bem clássica e a da Fernanda de Freitas então nem se fala! Ela usa roupas sempre puxadas para o lado masculino, como camisas sociais e casaquinhos com cortes retos. Nada que marque a silhueta”, explicou Marina Alcântara.

Tema de Abertura: O PULSO – Titãs

O pulso ainda pulsa
O pulso ainda pulsa…

Peste bubônica
Câncer, pneumonia
Raiva, rubéola
Tuberculose e anemia
Rancor, cisticircose
Caxumba, difteria
Encefalite, faringite
Gripe e leucemia…

E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa

Hepatite, escarlatina
Estupidez, paralisia
Toxoplasmose, sarampo
Esquizofrenia
Úlcera, trombose
Coqueluche, hipocondria
Sífilis, ciúmes
Asma, cleptomania…

E o corpo ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco
Assim…

Reumatismo, raquitismo
Cistite, disritmia
Hérnia, pediculose
Tétano, hipocrisia
Brucelose, febre tifóide
Arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, cárie
Câimba, lepra, afasia…

O pulso ainda pulsa
E o corpo ainda é pouco
Ainda pulsa
Ainda é pouco

(Pulso)
Assim…

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