Sinopse

Uma cruz de ouro, relíquia de família, é roubada dos Mendonça, recaindo a culpa sobre um deles, o jovem Lauro, que desaparece, amaldiçoado pela avó. Sua prima Honorina, anos depois, é cortejada misteriosamente, por meio de bilhetes, por um desconhecido, que assume os mais estranhos disfarces, intervém nos mais variados acontecimentos, está em toda parte, sabe tudo.

Ele fica conhecido como o Moço Loiro, que acaba por salvar o pai de Honorina da ruína, provocada por um empregado infiel, o verdadeiro ladrão da joia. Ao final, fica evidente que o Moço Loiro é Lauro. Ele acaba se casando com a prima Honorina, deixando em conformada melancolia a maior amiga desta, Raquel, que também o amava, em segredo.

Cultura – 18h30
de 6 de setembro a 3 de dezembro de 1965

novela de J. Marcondes
baseada no romance homônimo de Joaquim Manuel de Macedo
direção de Dalmo Ferreira
produção de Lúcia Lambertini

Novela anterior no horário
As Professorinhas

Novela posterior
O Tirano

EDY CERRI – Honorina
IVETE JAYME – Raquel
CÉLIA RODRIGUES – Tomásia
EDUARDO ABBAS – Brás
ROBERTO OROSCO
DÉCIO CARDOSO – Venâncio
ÊNIO GONÇALVES – Otávio
WILMA BENTIVEGNA – Rosa
NEUSA MARIA – Inês
JACINTO FIGUEIRA JR. – Jacinto
XÊNIA BIER
NORBERT NARDONE
JOÃO DE ÂNGELO – João
ALEXANDRE GARATTONI
ÁUREA CAMPOS
NELLO PINHEIRO – Carlos
RÚBENS GREIFFO – Hugo
LEONOR PACHECO – Ema

O nome do ator principal não aparecia na apresentação e nem foi revelado à imprensa por imposição da produtora Lúcia Lambertini.

Afinal, o Moço Loiro do título era o grande mistério da novela, personagem que não aparecia. Porém, também não foi encontrado o registro de qual ator o interpretou.

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